
Meu nome é Maria Luiza. Achei o Francisco, um filhotinho, dentro de uma caixa na rua. Desde então, venho lutando pela sobrevivência dele. Venha me acompanhar na luta do Francisco contra a Atresia Anal, uma condição rara e muito delicada.
No dia 10/11/2025, eu e uma amiga encontramos o Francisco dentro de uma caixa, abandonado na rua. Ele possui somente 1 mês, estava com a barriga muito inchada e muita fome. Na hora, pensamos que fosse apenas verme.

Como não sabíamos qual nome dar a ele, escolhemos um provisório: Rapadura, para combinar com o meu outro cachorro, o Paçoca.
Levei o Rapadura imediatamente ao veterinário. Lá, fizemos o teste de Cinomose, que felizmente deu negativo. A doutora recomendou um ultrassom e receitou vermífugo, mas mesmo assim eu estava preocupada pois ele não conseguia defecar.
No dia 11/11/2025, como ele ainda não tinha evacuado, marquei o ultrassom o quanto antes. Fomos no mesmo dia à tarde, mas o exame não conseguiu mostrar direito o interior, porque havia muito gás e fezes acumuladas. O veterinário então receitou Lactulose e Simeticona para tentar ajudar. Mesmo assim, a noite chegou… e nada.
No dia 12/11/2025, Francisco continuava sem conseguir defecar. Voltamos ao veterinário para fazer um enema, e foi aí que recebemos a notícia que mudou tudo:O Francisco nasceu com Atresia Anal — ele não tem o final do reto.
Ou seja, ele nunca conseguiria defecar sozinho sem cirurgia.A cirurgia era urgente e essencial para salvar a vida dele.
Eu sou Jovem Aprendiz e recebo menos que um salário. Além disso, trabalho todos os finais de semana em um sacolão para complementar a renda. Mesmo assim, não tinha como arcar com tudo sozinha. Mas, com a união da minha família e a enorme ajuda do hospital veterinário, que ofereceu um grande desconto, conseguimos realizar a cirurgia.
Durante a operação, eu e minha família ficamos em oração, pedindo a proteção de São Francisco de Assis, o santo protetor dos animais. Pedimos que ele cuidasse do nosso pequeno guerreiro.
E ele cuidou.
A cirurgia era de altíssimo risco… mas ele sobreviveu.Sentimos que aquele momento foi um milagre.Por isso, ele deixou de ser Rapadura e ganhou seu nome definitivo: Francisco.

O Francisco ficou internado por um longo período. Ainda hoje precisa de lavagens, medicações, consultas, possíveis exames futuros e acompanhamento constante.
Até agora, já gastamos cerca de R$ 3.000, entre transporte, consultas, exames, internação, cirurgia e medicamentos.
Por que estou criando esta vaquinha
Não queremos muito, apenas o suficiente para sair do sufoco e continuar cuidando do Francisco com dignidade.
Precisamos de ajuda para:
O Francisco lutou pela vida desde o primeiro dia. Eu estou lutando com ele, mas não consigo fazer isso sozinha.
Se você puder ajudar , com qualquer valor, estará fazendo parte da história desse pequeno que já venceu o improvável.
Muito obrigada por ler até aqui e por qualquer apoio.O Francisco agradece com todo o coraçãozinho dele.

