
A Boo “apareceu” há 11 anos na casa de uma tia já falecida, que estava com Alzheimer. Constantemente, ela afirmava "tem uma gatinha aqui em casa”. Mas, como ninguém via o bichinho, acreditávamos que era fruto da doença desssa tia. Um dia, para minha surpresa, encontrei a gatinha “imaginária”, que ganhou o nome de Boo, por ser um pequeno fantasma. Era muito pequena,deveria ter menos de um ano de idade e, sem pensar duas vezes, adotei-a. Desde então, ela tem sido uma companheira carinhosa, divertida, sapeca e que sempre nos traz alegria.Recentemente, para nossa tristeza e preocuapação, notamos um aumento da sua barriguinha, além de estar com a respiração mais curta e um pouco anêmica.
No veterinário, descobrimos que ela é portadora de dois vírus felinos: FIV e FeLV. O primeiro diminui a imunidade e o segundo desencadeia quadros cancerígenos como linfomas e leucemia. E ela está com o baço muito grande e alguns outros problemas. Sem tratamento, a tendência é ela viver alguns poucos meses e com crescentes dores e complicações digestivas e respiratórias.Optamos pelo tratamento quimiterápico que irá controlar o avanço do câncer e dar a ela mais conforto e um prolongamento de vida indeterminado.Bem, os custos desse tratamento são altos (medicamentos, exames, consultas) e a notícia veio num momento em que não nos encontramos financeiramente preparados para isso. Por essa razão, decidimos criar essa vaquinha online, esperando contar com a sua ajuda para que possamos dar início ao tratamento dessa panterinha que tanto amamos. Desde já, agradecemos muito!