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Bragança Paulista / SP

Ajude a Cristina a não perder a guarda do seu filho

ID: 4126639
Queridos amigos, colegas, familiares, conhecidos e não conhecidos, solicito a sua contribuição para ajudar minha irmã Cristina, mãe do Éric, escrevo este texto para expor alguns acontecimentos que viraram a vida dela de cabeça para baixo.&n ver tudo
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Vaquinha criada em: 10/10/2023

Queridos amigos, colegas, familiares, conhecidos e não conhecidos, solicito a sua contribuição para ajudar minha irmã Cristina, mãe do Éric, escrevo este texto para expor alguns acontecimentos que viraram a vida dela de cabeça para baixo. 

Ela criou o  filho sozinha, providenciou vacinas e cuidados iniciais, nem mesmo a escola tinha registro ou contato do pai. A ajuda financeira e assistência   foi mínima até mesmo porque ele nunca se estabeleceu fixamente em nenhum emprego, resumindo ela arcou financeiramente com todas as despesas.  

Atualmente a criança está com 7 anos de idade,  devido a ausência do pai, nunca houve necessidade de documentar a guarda, até mesmo porque ele nunca esteve presente e também nunca  a requereu. 

No entanto, no dia 14 de março de 2023, ela recebeu uma ligação do conselho tutelar solicitando a sua presença e a do filho, chegando lá ela foi informada que havia um boletim de ocorrência no qual descrevia que seu filho havia sofrido um abuso por parte do seu  ex companheiro. 

Assim que saiu da sala das conselheiras seu filho já não se encontrava mais no recinto, sem nenhum tipo de aviso ou cuidado com a criança, ele foi levado pelo pai.

Sobre a denúncia, a criança  declarou para mãe que o abuso não aconteceu e disse que a namorada do pai que mandou ele dizer ‘’aquelas coisas’’. 

Seus direitos como mãe foram totalmente ignorados e violados

 A  Cristina passou dois meses sem ver seu filho, pois esse direito foi negado pelo pai. Ele dizia que enquanto não acabasse a investigação ela não poderia ver, nem falar com com a criança para não atrapalhar a investigação.

Ela não aceitou essa decisão porque não tinha nenhum documento oficial, então tentou diversas vezes ver o filho, sem sucesso.

Dois meses depois, após a primeira audiência, finalmente foi regularizada a visita aos fins de semana. No entanto, o pai do Eric não mantém um diálogo e nenhuma via de comunicação. É sempre muito violento e não deixa a  mãe falar com a criança durante a semana, a mantém bloqueada no celular. Outro fator bastante problemático se refere ao momento de pegar o filho no fim de semana. Ele é sempre violento, faz ameaças, já chegou a cuspir na coitada e fala diversas palavras de baixo calão na frente do filho. 

Houve diversos desdobramentos durante o processo, dentre eles uma orientação muito ruim do advogado, o qual aconselhou, por exemplo, a não comparecer em uma audiência, quando tivemos acesso ao processo descobrimos que não houve defesa. Optamos por trocar de advogado, como houve diversos erros, que complicaram a causa em favor da Cristina, precisamos contratar um advogado que consideramos muito bom, porém caro, necessitamos de uma ajudinha de vocês, pois não conseguimos pagar sozinhas.

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