
No alto do morro, onde a vida é luta diária e o trabalho é resistência, a guerra que ninguém escolhe levou embora mais do que paredes e concreto. Levou o sonho de um trabalhador.A moto que servia como sustento, correria, transporte, esperança… foi destruída no fogo cruzado, no mesmo lugar onde ele sempre acreditou que poderia construir algo melhor.
Hoje, ele não pede luxo.Ele pede a chance de continuar correndo atrás do pão, da família, do futuro.Uma moto não é só um veículo — é o que leva e traz dignidade, é o escape da violência, é ferramenta de sobrevivência.
Essa rifa é mais do que um número.É gesto.É empatia.É olhar para o morro e enxergar gente.É juntar fragmentos do que a guerra tentou enterrar.
Se você puder, fortaleça.Cada contribuição é um tijolo reconstruindo um sonho que não pode ruir.
Porque aqui, quando um trabalhador cai, a comunidade levanta.E quando o morro se une, ninguém destrói.