
Teixa, notório bon vivant e personagem emblemático da denominada Ilha da Magia, reconhecido por seu magnetismo social e por cultivar relações de natureza plural, viu-se recentemente alvo de um episódio de manifesta animosidade.Durante sua permanência em uma conceituada casa de espetáculos da urbe, foi inadvertidamente observado por uma de suas consortes em circunstâncias de interação afável com uma jovem dama. Tal visão, impregnada de significado subjetivo para a observadora, precipitou-lhe um estado de ciúme exacerbado e irrefreável, o qual, de modo intempestivo, converteu-se em ação deletéria.Munida de um instrumento improvisado — no caso, uma chave metálica —, a mencionada senhora procedeu a riscar as portas do veículo particular pertencente a Teixa, produzindo-lhe danos estéticos e patrimoniais relevantes.A ocorrência, de inequívoca gravidade moral e material, suscitou a comoção de seu círculo de amizades, que, sensibilizados pela afronta, agora conclamam por providências reparatórias tanto no plano da justiça quanto no amparo financeiro ao lesado.