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Ajudando um amigo a salvar a casa dos Pais
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Ajudando um amigo a salvar a casa dos Pais

ID: 1083803
Nós amigos do Dedi estamos fazendo essa corrente do bem. Segue abaixo um desabafo, sabemos que existem vários na mesma situação, quem quiser e puder ajudar, qualquer quantia será bem vinda. Desde já, muito obrigado. Que Deus abençoe a vocês ver tudo
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Vaquinha criada em: 29/05/2020

Nós amigos do Dedi estamos fazendo essa corrente do bem. Segue abaixo um desabafo, sabemos que existem vários na mesma situação, quem quiser e puder ajudar, qualquer quantia será bem vinda. Desde já, muito obrigado. Que Deus abençoe a vocês e suas famílias.

" Bom dia meus amigos, hoje peço de coração a atenção de vocês por 5 minutos, o texto é um pouco longo, mas tudo que foi escrito é importante nesse resumo da minha vida, após a leitura, peço o favor que compartilhe em seus grupos e contatos para que essa carta possa chegar em alguém que trabalhe ou seja próximo de alguém do Banco.

CARTA ABERTA AO BANCO PAN:

Meu nome é Jeferson Luiz Mosko (apelidos: Dedi, Zangado, Simpatia, Zetti, Schumacher, Pança) sou casado, pai de um menino de 8 anos e sou micro empresário, em Junho de 2005 estava desempregado e com a venda de um carrinho velho e um pequeno empréstimo de meu Pai, Eu e um sócio, compramos o que restava da antiga Show de Bola, uma quadra de futebol em grama sintética. Em torno de 30 dias, reformamos (com nossas próprias mãos) e começamos a trabalhar, um período depois, meu sócio e amigo não queria mais trabalhar no ramo, pois tinha outro emprego e a "vida de quadra" é extremamente cansativa, com o aval de minha esposa, vendi nosso apartamento, comprei a parte dele e com o que sobrou, dei entrada na cobertura da quadra, pagando o restante em parcelas mensais, tudo ia muito bem, e não me importava nem um pouco de ser: o dono, o balconista, o zelador, o faxineiro e o guardador de carros, pois o negócio ia bem e aos poucos fui recuperando o que havia perdido lá atrás, mas no segundo semestre de 2014 com o fim do contrato de locação, a proprietária do terreno onde ficava a Show de Bola simplesmente optou por não querer a renovação e tivemos que procurar outro espaço para continuarmos nosso sonho, após muita negociação, fechei com o Clube Sírio Libanês no Santa Cândida o arrendamento de um espaço ali dentro, óbvio, um contrato longo para poder construir novamente a quadra e com o tempo, poder recuperar o investimento, e aí começa minha história com o BANCO PAN, pois precisava urgente de recursos para poder tocar a obra, e com o Banco, consegui um empréstimo, claro que eles precisavam de uma garantia, e o que Eu consegui, com o aval de meus Pais e irmãos, foi a hipoteca da casa de meus Pais, e assim em Abril de 2005, Eu e um sócio abrimos a Arena Show de Bola, era, graças a Deus, mais um sonho realizado, e lá íamos nós novamente, ser o dono, faxineiro e etc, e sem problemas, pois estávamos felizes e trabalhando, mas nosso Brasil mais uma vez passou por uma recessão, e em meados de 2017 começamos a sentir os efeitos, pois estávamos tendo dificuldades em honrar nosso compromisso com o BANCO PAN, mas quem tem fé em Deus, luta, trabalha e toca em frente, e aos trancos e barrancos, com atrasos, ameaças de Escritórios de Advocacia, auxílio de esposa, irmãos,  amigos e outros bancos conseguimos sempre honrar os pagamentos e manter a hipoteca em dia, mas agora em 2020, quando no início enxergávamos uma leve melhora, apareceu a pandemia e com ela o fechamento por tempo indeterminado de nosso negócio, claro, sei que não sou o único nessa situação, e até sou um privilegiado, pois tenho família, comida na mesa e roupa para vestir, mas preciso e vou defender minha causa, pois dela depende minha sobrevivência, e logo após 30 dias de pandemia, iniciei contatos com o BANCO PAN  para uma renegociação de contrato, para poder continuar honrando o pagamento da hipoteca e não ter o pesadelo da perda da Casa de meus Pais (conquistada com muito suor por eles, pois pagaram em 25 anos um financiamento junto ao antigo Banestado) o que seria humilhante e extremamente difícil para mim, mas o BANCO PAN "deu de ombros" e em um simples email me comunicou que não quer e não pensa em uma nova negociação, insisti, mas não me retornam, e continuam me cobrando e ameaçando o cumprimento da hipoteca, e onde quero chegar com isso? Que meu texto e desabafo percorram as redes sociais e cheguem em alguém que possa me ajudar, pois não nego a dívida, a reconheço e quero pagar, como sempre fiz em toda a minha vida, não me importo se vou "quebrar", como já fiz várias vezes, vou recomeçar, só o único porém, é que nas outras vezes, não havia essa hipoteca que ameaça destruir um sonho que meu Pai (72 anos) e minha mãe (70) construíram com muita dignidade, esforço, suor e lágrimas, e se Eu for o "responsável" por isso, não sei se teria forças para continuar lutando e fazendo o que mais gosto: viver. E se Deus me trouxe ao Mundo e me deixou sonhar e viver, quero continuar fazendo o que mais Amo, Amo abraçar minha esposa, filho e família, Amo jogar bola, Amo pescar, Amo andar de bicicleta, Amo viver. Mas após 72 dias de fechamento ininterrupto de nosso negócio, essa noite que passou foi a pior de minha vida, não consegui dormir 1 minuto sequer, angustiado e deprimido pensei até no pior, que até resolveria o problema, pois o seguro de vida do financiamento  quitaria a dívida, mas creio que não estava sozinho essa noite, e como graças aos ensinamentos de minha Mãe sou muito religioso, senti Deus ao meu lado e Ele me disse: "Não seja covarde, seja humilde, peça ajuda, não desista, estarei sempre aqui", então, agora cedo resolvi escrever esse desabafo, pedindo que vc que está lendo me ajude, simplesmente compartilhando minha história de vida, e que assim ela chegue em mãos que possam me ajudar a continuar vivendo e fazendo o que mais gosto: chegar em casa e abraçar e beijar meu filho. Que Deus abençoe a todos vocês, e mais uma vez, peço desculpas pelo incômodo e agradeço a atenção."

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