
Meu nome é Pâmela, e moro em Uberlândia com minha filha. Sou mãe solteira e, todos os dias, faço o possível para dar a ela uma vida digna. Mas existe um vazio no meu coração que nunca desaparece: meu filho está com o pai no Acre.
Durante muito tempo, acreditei que ele estava bem. Pensava que, mesmo distante de mim, ele estava seguro. Infelizmente, descobri que a realidade era outra.
Recebi relatos e sinais de que meu filho, o que mora com o pai estaria sofrendo maus-tratos por parte da madrasta. Desde então, não consigo dormir em paz. A angústia de imaginar o que ele pode estar vivendo é algo que nenhuma mãe deveria sentir. Cada ligação, cada mensagem e cada notícia aumentam ainda mais a minha preocupação.
O meu maior desejo é poder buscá-lo e trazê-lo para perto de mim, onde ele possa crescer cercado de amor, proteção e carinho ao lado da irmã. Porém, a distância entre Uberlândia e o Acre torna essa missão muito difícil. Além das passagens, existem despesas com alimentação, hospedagem e toda a viagem necessária para conseguir trazê-lo em segurança.
Foi por isso que decidi criar uma vaquinha. Não foi fácil tomar essa decisão. Pedir ajuda nunca é simples, mas quando se trata de um filho, o orgulho fica em segundo plano. Eu faria qualquer coisa para protegê-lo.
Cada contribuição, por menor que pareça, representa um passo para que eu possa abraçá-lo novamente. E, se você não puder ajudar financeiramente, compartilhar essa história também fará uma enorme diferença.