
Amaro foi diagnosticado com um quadro grave: Linfoma T Epidermotrópico Agressivo CD8+, com envolvimento de medula óssea (MO+). Ele já iniciou seu tratamento, que passou por Dourados, mas a próxima etapa será realizada em São Paulo, onde precisará permanecer por, no mínimo, três meses para um procedimento fundamental: o transplante.
Nesse momento tão delicado, além de toda a luta física e emocional, surgem também desafios financeiros enormes. Amaro precisará arcar com:
Passagens aéreas de ida e volta até São Paulo, para ele e um acompanhante
Hospedagem por, no mínimo, três meses
Alimentação durante todo o período
Deslocamentos dentro da cidade
Medicações pós transplante, que possuem alto custo
Além dos gastos com medicamentos que ele já enfrenta atualmente