
Meu nome é Pedro Vieira, sou filho de Maria Luiza, conhecida por todos como Iza. Uma mulher de 68 anos que teve dois AVCs, sendo um deles hemorrágico. Depois de duas semanas no CTI, está na enfermaria do hospital Ipsemg. O quadro ainda é grave. Não fala, não tem controle sobre os músculos da garganta que permitem a alimentação via oral e está paralisada do lado direito. O momento é de alegria por ela ter saído do CTI, mas de muita preocupação com relação ao acompanhamento. Pelas regras do hospital, minha mãe precisa de acompanhante 24 horas e deve permanecer lá por tempo indeterminado. Minha irmã Adriana e sobrinha Lis, duas mulheres de muita fibra, estão se dividindo, mas correm o risco de adoecer a partir do momento em que os dias passarem. Além dos cuidados com a minha mãe, elas também têm que cuidar do meu pai. Aos 79 anos, ele tem sérios problemas de mobilidade e equilíbrio. Não pode ficar sozinho em casa nem no hospital por risco grande de queda. A solução imediata é a contratação de acompanhantes plantonistas, mas com o passar dos dias, o valor se torna alto para as possibilidades financeiras da família. Pensando num futuro de médio/longo prazo, essa necessidade será permanente, até mesmo quando minha mãe voltar para casa. Gastos com remédios, fraldas geriátricas, combustível, alimentação especial e claro, cuidadores. O custo mensal estimado APENAS COM A MINHA MÃE, ficará entre 5 e 6 mil reais mensais. Atualmente, a renda familiar é de 4500,00. Aos amigos que se sensibilizam com a nossa causa, segue nosso profundo agradecimento.