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Ajuda para minha iniciação no Candomblé

ID: 5825565
Meu nome é Beatriz. Tenho 27 anos e caminho guiada pelas águas de Oxum. Digo isso com a serenidade de quem reconhece: minha vida foi salva por ela. Se hoje respiro, é porque o amor de minha Mãe me sustentou quando tudo afundava.Minha inicia ver tudo
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Vaquinha criada em: 27/11/2025

Meu nome é Beatriz. Tenho 27 anos e caminho guiada pelas águas de Oxum. Digo isso com a serenidade de quem reconhece: minha vida foi salva por ela. Se hoje respiro, é porque o amor de minha Mãe me sustentou quando tudo afundava.

Minha iniciação, que para quem é de axé significa o nosso renascimento,  se aproxima para quarto trimestre de 2026. Venho comprando as coisas aos poucos, com o cuidado de respeitar o caminho. Ainda assim, é um processo caro, e não consigo seguir sozinha.

Por isso, abro este espaço. Não como pedido, mas como gesto de confiança.  Agradeço a quem puder ajudar. Toda forma de apoio retorna em abundância , é assim que as águas de Oxum correm: levam, lavam, trazem de volta.

Há um Itan que diz:

Conta-se que, em tempos antigos, havia uma aldeia tomada pela tristeza.Nada parecia prosperar: as colheitas eram pequenas, os casamentos desfeitos, as crianças nasciam fracas. Os orixás observavam de cima, atentos, mas não interferiam: diziam que aquele povo tinha se afastado do axé da doçura.

No meio da aldeia vivia uma mulher simples, conhecida por sua beleza calma e pelo jeito sereno de falar. Ela era devota de Oxum, e por isso sempre carregava consigo um pequeno pote de mel, o òyin — símbolo de alegria, fertilidade e encanto.

Essa mulher tinha muito pouco. Muitas vezes dormia com fome. Mas sempre que encontrava alguém sofrendo — um vizinho triste, uma criança cansada, uma mulher aflita  — separava um pouco de mel e oferecia:

“Tome. O mel é pouco, mas a doçura é grande.”

Os outros riam: “Você vai ficar sem nada! Quem divide o pouco, perde o resto!”

Mas ela não parava. E, quanto mais mel dava, mais leve se sentia. Até que, um dia, seu pote — que estava quase vazio — encheu sozinho. E, no dia seguinte, encheu de novo. E de novo.

Foi assim que Oxum se revelou a ela:

“A doçura dada ao mundo volta sete vezes para quem oferece. Quem adoça o caminho do outro nunca amarga o seu.”

 

  • Como agradecimento, ofereço como recompensa a quem doar R$300 ou mais, pulseiras ou tornozeleiras de Oxum feitas individualmente por mim. É só entrar em contato comigo

     

Aqui, deixo o link com os itens da minha feitura para serem conferidos. Basta clicar para acessar o documento

 

Muito obrigada,

Que minha mãe os abençoe. 

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