
Mayra é portadora de Esclerose Múltipla diagnósticada em 2008. Atualmente é acompanhada pelo Neurologista Dr. Antônio Pereira Gomes Neto CRM 12866 no Centro de Especialidades Médicas de Minas Gerais pela Santa Casa em BH. Apresenta diversas sequelas devido a doença considerada autoimune e degenerativa. Para seu quadro clínico é necessário o uso constante de medicamentos para conter a possibilidade de incapacidade funcional permanente. Os remédios fornecidos pelo SUS da qual já fez uso neste período foram: Interferon Beta, Acetato de Glatirâmer e Fingolimode. Afim de conter o avanço e progressão da doença realizou também 12 sessões mensais de Ciclosfofamida e várias internações para receber pulsoterapia. Esses medicamentos no entanto apresentaram falência terapêutica durante o uso. Iniciou-se então, uma bateria de exames para a tentativa de tratamento com um novo fármaco o NATALIZUMABE ( Tysabri), porém por ser portadora positiva do vírus JC (previamente conhecido como papovavirus) a impede do uso do medicamento sob pena de complicações a sua saúde pois existe um grande risco infeccioso. No momento, segundo os relatórios médicos e exames específicos, em virtude da gravidade e progressão da doença, considerada pelos médicos especialistas a ÚNICA opção possível, Mayra necessita da dosagem IMEDIATA de 300 mg do medicamento OCRELIZUMABE do laboratório Roche, um imunosupressor aplicado de forma endevenosa. Após 15 dias da primeira dose, necessita de mais 300 mg, e de outras doses a cada semestre, cujo custo é em torno de R$ 38 mil reais cada dose. É um medicamento bem mais agressivo, cuja administração deve ser feita somente em hospital autorizado e sob supervisão médica, mas com eficácia comprovada no tratamento da doença e na redução dos efeitos colaterais. Seu uso é necessário para conter a incapacidade permanente de Mayra. Ao receber a receita médica do fármaco citado acima, imediatamente deu entrada junto a Secretaria de Saúde Estadual e da Secretaria Municipal de Saúde, onde obteve resposta negativa, com a justificativa de que o medicamento não se encontra na listagem do SUS. Sob orientação seguiu para o Poder Judiciário do estado de Minas Gerais a fim de conseguir uma liminar positiva para tratamento pelo SUS. Este medicamento já está em análise da Anvisa para incorporação do SUS devido a sua eficácia junto aos portadores de Esclerose Múltipla. Mayra está em uso de medicamento com falha terapêutica há 12 anos e de acordo com seus EXAMES mais RECENTES nota-se a progressão e o avanço da doença, pois perdeu a sensibilidade do lado esquerdo, há piora da atrofia cerebral, aumento de volume nas lesões em T2, apresenta a cada dia uma dificuldade de locomoção, piora progressiva no EDSS, pioras cognitivas e acúmulo de incapacidade funcional. Mas, juntos somos mais, nos ajude a ajudar a Mayra, a sua contribuição fará uma grande diferença. Divulgue a amigos, familiares e nos grupos do wattsapp. Contribua como puder... Estamos correndo contra o tempo.
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Mayra Norberte da Silva
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