
Uma família de Palhoça, moradora do bairro Aririú, está vivendo um drama desde o início deste ano e travando uma verdadeira batalha pela sobrevivência. Tudo começou no dia 30 de janeiro, quando o operador de logística Rodrigo Pompeu, de 38 anos, passou a sofrer várias crises convulsivas (epiléticas) e conversivas por dia. As sequelas que ficaram são várias: fala lentificada, dificuldade de locomoção, tonturas, dores de cabeça, confusão mental, perda da memória, além das crises que continuam ocorrendo várias vezes por dia.A esposa Mayara Campos, com quem é casado há 8 anos, agora precisa se dedicar 100% ao marido, pois são necessários cuidados e vigilância 24 horas. “Ele não consegue passar um dia sozinho, pois requer muitos cuidados”, conta. Por isso, ela não está mais conseguindo atuar na sua área, que é de produção de eventos.A rotina do casal é marcada por idas à hospitais, exames neurológicos (EEG, Tomografia, Ressonância Magnética, exames de sangue e de urina) e compra de medicamentos (Depakene, Clobazam, Fluoxetina e CBD). Mayara revela que a situação está muito difícil. “As contas do dia a dia foram vencendo, como aluguel, energia elétrica, telefonia, internet, entre outras. Virou uma bola de neve”, afirma.A família até agora tem conseguido se manter graças a ajuda de amigos e familiares, que fizeram doações via PIX. “Foi o suficiente para passarmos o mês de fevereiro, março e abril e pagar os exames e consultas. Porém, o tratamento até agora não funcionou e será necessário levá-lo à São Paulo para iniciar novo tratamento e novos exames."Mayara está se dividindo entre cuidar dos filhos, da casa, do marido e produzir quitutes para não faltar o básico, mas as contas e os gastos estão maiores do que as vendas e por isso precisam de ajuda.
Qualquer valor ajudará muito a família. Contribua!