
Há dezoito anos o emissor não comete um crime. O último foi em San Andreas, num PS2 que nem era dele. Desde então dedicou a vida a atividades legalmente irrepreensíveis: ler escritura de alienação fiduciária às onze da noite, explicar para o compliance por que a operação faz sentido, dizer “vamos alinhar” para pessoas com quem já estava alinhado. É uma vida honesta. É também, sejamos francos, uma vida em que a coisa mais próxima de uma perseguição policial foi um resgate não programado numa sexta-feira.
A tese é simples. Leonida vai ter o mercado imobiliário mais aquecido do hemisfério e alguém precisa fazer o due diligence. É pesquisa de campo. É benchmarking internacional. Se acabar em tiroteio, foi risco de execução, está no memorando.
Uso dos recursos: R$ 7.000, integralmente no PlayStation 5 Pro. Sem taxa de administração, sem taxa de performance, sem carry. O emissor não cobra nada e ainda faz o trabalho todo. É a estrutura mais alinhada do mercado.
Fatores de risco: a Rockstar pode adiar de novo. O emissor pode chorar. Ambos os eventos são materialmente relevantes.
Garantia: nenhuma. Só a palavra de um homem que já leu prospecto pior que este e mesmo assim investiu.