
Desde de pequeno sempre gostei da área de tecnologia voltada para a saúde. Agora, faço pesquisa pela USP voltada à tecnologias assistivas para pessoas com lesão medular. Meu artigo sobre o reconhecimento de sinais elétricos dos músculos de pacientes portadores de tetraplegia foi aceito em um dos maiores congressos de engenharia biomédica do mundo. Porém, esse sonho está distante devido ao alto custo da viagem: 585 euros de inscrição e passagens de quase 6 mil reais, disso tudo o programa de bolsas irá ajudar com 1700 reais depois da data do congresso, devido aos cortes de verba sofrido pelas instituições de pesquisa. Para aqueles que se interessam por tecnologia e, assim como eu, buscam melhorar o mundo com ela, deixo aqui a vaquinha aberta e convido vocês a fazerem parte dessa trajetória.