
Depois de 2 anos prestando medicina, passei na Santa Casa e graças a ajuda e solidariedade de pessoas muito boas e incríveis, vivi o ano mais incrível da minha vida na faculdade dos meus sonhos onde aprendi (e me apaixonei) mais do que eu poderia imaginar.
De qualquer jeito, ainda me encontro no impasse de ter que lidar com os custos da faculdade que, por mais que tenham em parte sido cobertos pelo valor que arrecadei na Vakinha do ano passado, contei com a ajuda mensal de pessoas maravilhosas, além da minha mãe ter conseguido uma parceria com uma tradutora juramentada, o que foi de extrema importância para custear parte das mensalidades.
Além disso, como já havia dito no ano passado, há quase 10 anos não tenho nenhum tipo de contato com o meu pai biológico, o que não me dá alternativa de buscar por ajuda vinda da parte “paternal”; ele nunca se preocupou em saber o que eu ou minha irmã estamos fazendo da vida no quesito estudos ou em qualquer outra coisa.