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Adote um estudante e ajude a 3ª missão UNIVIDA Amazonas
Educação / Aprendizagem

Adote um estudante e ajude a 3ª missão UNIVIDA Amazonas

ID: 3030593
Somos um grupo de estudantes de medicina da Universidade Nove de Julho/Bauru, em busca de ajuda financeira para participarmos da 3ª Missão humanitária UNIVIDA no Amazonas.A Missão UNIVIDA acontece há 10 anos levando assistência às aldeias i ver tudo
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Vaquinha criada em: 06/08/2022

Somos um grupo de estudantes de medicina da Universidade Nove de Julho/Bauru, em busca de ajuda financeira para participarmos da 3ª Missão humanitária UNIVIDA no Amazonas.

A Missão UNIVIDA acontece há 10 anos levando assistência às aldeias indígenas do Mato Grosso do Sul e Amazonas.

O nosso objetivo é levar ajuda como estudantes, voluntários e missionários para esse povo.

Precisamos de ajuda para comprarmos a passagem e arcarmos com os gastos da viagem. Contamos com a ajuda de vocês para fazer a diferença!

Depoimentos dos alunos que participaram da última missão UNIVIDA-Dourados:

 

Ademilson Chavier Manoel dos Santos- Medicina (6° período):Participei da 10 ª Edição da Missão Dourados em janeiro de 2022 e da 11 ª Edição da Missão Dourados em julho de 2022 , algo que sem dúvidas mudou completamente a perspectiva que eu tinha da vida. A medicina é um curso extremamente difícil para o ingresso e para sua conclusão ,são inúmeras horas de dedicação,estudo ,aprendizado , convívio com o outro e ,muitas vezes,momentos de dor , desespero e impotência.Mas sempre me perguntava,será que vale a pena ? É isso mesmo que eu quero para minha vida ? Entrei na faculdade depois muita perseverança e dedicação,com um única certeza,quero fazer a diferença,ajudar o próximo e ser referência para alguém um dia.Mas ainda sim,não tinha resposta prontas para meus questionamentos.Em janeiro de 2022,tive a oportunidade e honra de conhecer o trabalho da  Univida e realizar meu primeiro trabalho voluntário na 10ª Missão ,o que até então era algo muito novo para mim.Foi  algo muito intenso,um misto de sentimentos, muito aprendizado ,desejo de ajudar cada vez mais o próximo e foi nesse momento que comecei a entender o porquê eu tinha escolhido a  medicina e encontrei a principal resposta para meus questionamentos.Eu escolhi a medicina para amar o próximo e doar-me ao cuidado do outro.Parece clichê, mas a missão me fez enxergar o quão importante é amar o outro para minha vida ter sentido.Palavra tão simples,mas tão difícil de ser colocada em prática!Aqui estou   tentando ir para 3 ª Missão  Amazônia ,e se me  perguntassem se participaria de novamente,minha resposta seria mil vezes sim .Um pequeno trecho que resume todo esse desejo de poder voltar e continuar ajudando é :"Só se tem saudade do que é bom / Se chorei de saudade não foi por fraqueza / Foi porque eu amei".

 

Gabriel Henrique de Lima Saez - Medicina (6º período):   Desde quando sonhava em fazer medicina, sempre quis buscar algo que pudesse ajudar os menos favorecidos da sociedade, talvez diminuir as desigualdades sociais que são tão gritantes no país. Coincidentemente, algumas semanas atrás, tive a oportunidade de participar da 11ª Missão UNIVIDA Dourados em julho de 2022 - meu primeiro trabalho voluntário na reserva indígena de Dourados (MS). Nele eu percebi que aquela sensação de ‘’buscar algo’’ já não era mais preciso, eu havia encontrado o ‘’algo’’, havia encontrado o voluntariado. Essa oportunidade me fez ver a vida com outros olhos.. sempre soube que existe fome e realidades tão discrepantes às nossas, mas presenciar foi forte e difícil. A minha experiência foi de muita tristeza, gratidão, amor e aprendizado - tristeza com o contexto que muitos cidadãos sobrevivem, gratidão por poder ajudar, amor por receber tanto carinho dos indígenas e aprendizado pelos muitos valores adquiridos -, e, é por isso que, almejo continuar com o voluntariado e almejo a 3ª Missão Amazonas, pois sei que nela poderia contribuir positivamente com os cidadãos que serão alvo dessa missão.

 

Heloize dos Santos de Oliveira - Medicina (6º período):Sempre disse que ia fazer medicina para cuidar de “gente de verdade” no sentido de conseguir levar um atendimento humanizado àqueles que não têm acesso, independente de ter toda a tecnologia que a ciência permite ou um consultório todo planejado ao meu alcance… E ter tido a oportunidade de vivenciar a 11ª Missão UNIVIDA Dourados só me fez ter a certeza de que estou no caminho certo e que essa fala nunca fez tanto sentido em minha vida como faz agora. A missão representa muito mais do que um atendimento médico, ela é uma imersão em uma população que parece viver em um mundo paralelo ao nosso tamanha são as desigualdades que a assolam - e ter tido essa experiência me fez transbordar gratidão pela área que escolhi estudar por me permitir ajudar com o pouco que tenho os que têm menos em questão de recursos mas possuem muito mais do que se imagina em questão de força e de sabedoria. E é principalmente por esse motivo que me inscrevi para 3ª Missão UNIVIDA Amazonas, pois vou defender o propósito de ser “um grão de areia” em meio as pessoas que são tão marginalizadas pela sociedade enquanto eu puder.

 

Thamiris Bernardo Rodrigues Milani - Medicina (6º período):Quando participei da 10ª  Missão UNIVIDA em Janeiro de 2022, eu fiquei muito pensativa sobre tudo o que vi e vivi em Dourados-MS. Foi um misto de sentimentos e emoções, com momentos de  tristezas ao ver muita pobreza, fome, desigualdade social, violência e abusos; mas também, momentos de gratidão e alegria quando fazíamos as brincadeiras com as crianças, ou quando conseguíamos ajudar um pouquinho em um atendimento médico, com uma conversa ou um simples sorriso. A Missão UNIVIDA me marcou de uma forma inexplicável, e a vontade de voltar e ajudar nossos irmãos indígenas só cresceu em mim. Então voltei na 11ª edição da Missão em Julho de 2022, também em Dourados-MS. Durante essa segunda vez que fui, também passei por um turbilhão de sentimentos, um misto de tristezas e alegrias, mas com mais e mais certeza de que eu quero fazer trabalhos como esse para o resto da minha vida. Por isso, me inscrevi novamente, para a 3ª Missão UNIVIDA Amazonas. O destino é diferente, mas a vontade de ajudar e fazer a diferença são os mesmos, dando cada vez mais voz e visibilidade para as populações em vulnerabilidade social.

 

Gabriele Teodoro Zupiroli - Medicina (8 período): No final do ensino médio, eu não tinha certeza do curso que iria escolher, apenas a ideia de fazer uma graduação na qual ajudasse as pessoas e após pensar muito, decidi fazer Medicina. Precisei fazer alguns anos de cursinho para entrar na faculdade que fosse pública ou tivesse bolsa integral e durante esse período, existiam questionamentos se eu me sentiria realizada na Medicina. Na faculdade, eu me senti longe do meu propósito inicial devido a cobrança do curso, alta demanda de pacientes com pouco tempo de atendimento e  profissionais que só viam a doença do paciente, não os enxergava como um todo. Dessa forma, sentia a necessidade de uma medicina mais humanizada que criasse vínculo e promovesse acolhimento. A partir disso, me inscrevi na 11° Missão Humanitária da UNIVIDA em Dourados (MS) onde reafirmei que minha decisão de escolher a Medicina como profissão, visto que precisávamos ser bons ouvintes, acolher as angústias dos indígenas, praticar o   respeito a uma cultura diferente e dar orientações gerais além da queixa da doença. Durante a experiência, mesmo com todas as diferenças culturais, religiosas e étnicas nos sentiamos pertencentes aquela realidade e o desejo em ajudar as tribos indígenas só aumentou. A  3ª Missão UNIVIDA no Amazonas será uma nova oportunidade de aprendizado, crescimento pessoal e de ajuda aos que mais precisam.

 

Pâmella Caroline Redígolo - Medicina (6º período): O curso de medicina exige muito de todo mundo, mas algo que sempre me perguntei, principalmente nos dias mais difíceis, era: “por que, mesmo fazendo o curso que sempre sonhei, ainda não me sinto completa?”. Foi então que participei da 11ª missão UNIVIDA em Dourados e tudo começou a fazer sentido. De cara já me apaixonei pela experiência e entendi o real propósito do curso. Me doei completamente aos dias de voluntariado e sentia queimar no meu coração, cada vez mais forte, o prazer de ajudar ao próximo. Essa experiência moldou a minha percepção de mundo: fui na expectativa de mudar a vida das pessoas e no final a vida que mais se transformou foi a minha! Gostaria muito de participar da missão na Amazônia e ampliar ainda mais minha visão sobre o atendimento médico e, especialmente, sobre a vida.

 

Maria Lectícia Pinto: Oii, me chamo Lectícia, tenho 24 anos e sou formada em Fisioterapia e estudante do segundo ano de Medicina na Uninove - Bauru. Bom, sempre tive desejo de ajudar o próximo, desde muito pequena, já fiz parte de projetos sociais e vi na missão Univida uma ótima oportunidade em dar continuidade na realização desse desejo. Na experiência em Dourados, pude perceber outra maneira de quebrar os muros da graduação e assim me aproximar da comunidade… achava que ia levar conhecimento e me surpreendi com o que, na verdade, aprendi. Sobre a próxima missão, meu coração anseia em poder me doar novamente e levar tudo o que eu conseguir para ajudar.

 

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