
Eu me chamo Aila e resolvi criar essa vakinha para ajudar na reforma da casa de Celia, minha funcionária há quase 16 anos.
Célia me ajudou a criar meus dois filhos desde bebês. Chegou dentro do meu lar quando meu filho mais velho tinha apenas15 dias de vida e acompanhou o nascimento do mais novo.
Hoje meus filhos já são adolescentes e, Célia é mais que meu braço direito e referência de ser humano para meus filhos...é parte de minha família.
Assim como Célia cuidou da minha família ao longo desses anos, eu preciso retribuir esse amor também cuidando dela e da sua família, que também é minha!
Celia mora numa casa que ela adquiriu com muito suor e esforço ao longo dos anos, no bairro de São Caetano em Salvador.
Moram com ela, sua filha, seu genro e seu netinho de 2 anos, o pequeno Arthur.
Célia sempre foi uma mulher guerreira e batalhadora, e, apesar de todas as dificuldades não houve um momento em que a tenha visto desanimada. Mas nas últimas semanas, tudo mudou, pois passei a vê-la triste e recorrentemente doente. Apesar da intimidade que construímos, ela relutava em se abrir comigo. Insisti e, fui pessoalmente a sua casa e, descobri o motivo de seu desânimo.
A casa onde moram foi consumida pelo mofo, resultante das últimas chuvas, que se alastrou pelas paredes e teto e destruiu todos os móveis. E agora o pior, está destruindo a saúde de todos eles. Hoje eles só têm colchões para dormir, que por ficaram mais próximos do chão, agravam ainda mais à saúde da família.
Além disso, o pequeno Arthur está na iminência de ser expulso da creche porque só vive doente. As crises asmáticas já se tornaram recorrentes, e o início de uma pneumonia na semana passada foi a gota d’água!
Ao saber de tudo isso, não me contive. Como mãe e amiga não poderia deixá-la enfrentar isso sozinha! Algo precisava ser feito!
No dia seguinte, me mobilizei para retirá-los do convívio do mofo e chamamos um pedreiro amigo para orçar a obra.
Resultado: a situação está tão degradada que precisaremos de pelo menos 30 mil para fazer a obra e torná-la habitável. E somente a obra!! Sem qualquer luxo, sem móveis, sem eletrodomésticos. E além do mofo o pedreiro identificou uma situação gravíssima na rede elétrica, por conta das chuvas que atingiram os fios, que pode provocar um incêndio a qualquer momento. Ou seja: como se não bastasse o mofo e a umidade, a família estava convivendo com uma bomba relógio!
Precisamos fazer essa obra e para isso peço a você um pouquinho de compaixão e de empatia. Se todos ajudarem, com uma pequena contribuição, em breve a família conseguirá voltar para casa.
A saúde da família agradece! E que o pequeno Arthur possa deixar as crises respiratórias no passado por conta da insalubridade de sua casa!
MUITO OBRIGADA!!