
A história da Ana começou com uma dor nas costas.
No início, parecia apenas uma dor comum, daquelas que acreditamos que vão passar com algum medicamento. Mas a dor persistiu e, pouco tempo depois, Ana começou a sentir um formigamento no dedão da mão direita.
Foi a partir desses sinais que começou uma investigação médica.
Depois de alguns exames, veio a ressonância magnética e, com ela, uma notícia que mudaria completamente os nossos dias: havia um nódulo na região cervical, responsável pelos sintomas.
A orientação médica foi a realização de uma cirurgia para a retirada do tumor.
No dia 9 de julho, Ana passou pelo procedimento.
O pós-operatório foi muito difícil. Ela precisou permanecer alguns dias na UTI antes de poder ir para o quarto. Depois de 15 dias internada, finalmente recebeu alta e voltou para casa.
Pensamos que, naquele momento, estávamos começando uma nova fase de recuperação.
Mas a tranquilidade durou pouco.
Ana continuava sentindo muitas náuseas e tonturas. Tivemos uma semana de esperança, acreditando que ela estava começando a se recuperar, mas os sintomas voltaram com força.
No dia 5 de agosto, ela precisou ser internada novamente.
Durante essa internação, uma tomografia mostrou uma alteração. Para entender melhor o que estava acontecendo, os médicos solicitaram uma nova ressonância.
O resultado revelou um sangramento na cabeça e um inchaço na região.
Inicialmente, os médicos acreditaram que poderia ser uma consequência da cirurgia, relacionada à pressão do líquor após a retirada do tumor.
Ana começou então um tratamento para controlar o inchaço e, no dia 9 de agosto, recebeu alta novamente.
Infelizmente, apenas dois dias depois, no dia 11 de agosto, Ana piorou.
O formigamento aumentou, os enjoos ficaram mais intensos e ela estava cada vez mais fraca. Precisou ser internada novamente, desta vez indo diretamente para a UTI, onde passou a ser acompanhada de perto.
Enquanto Ana lutava para se recuperar, nossa família aguardava com muita ansiedade o resultado da imuno-histoquímica, exame fundamental para descobrir exatamente que tipo de tumor havia sido retirado na primeira cirurgia.
Quando o resultado finalmente chegou, recebemos uma notícia muito difícil:
tratava-se de um tumor maligno da bainha do nervo periférico, um tipo raro de tumor.
Na primeira cirurgia, o tumor localizado na região cervical havia sido completamente retirado.
Porém, diante da piora dos sintomas e dos novos exames, os médicos identificaram que a alteração na cabeça estava relacionada a um novo tumor.
Esse novo tumor acabou comprometendo a circulação do líquor, fazendo com que o líquido se acumulasse e provocasse um quadro de hidrocefalia.
Diante dessa situação, no dia 18 de agosto, Ana precisou passar por uma nova cirurgia para a colocação de um cateter de derivação, permitindo que o excesso de líquido fosse drenado.
Hoje, Ana continua se recuperando de mais esse procedimento, cercada pelo carinho da família, dos amigos e de toda a equipe médica.
Agora, estamos aguardando o início das sessões de radioterapia, que fazem parte da próxima etapa do tratamento.
Tem sido uma caminhada muito difícil.
Foram muitas internações, cirurgias, exames, medicamentos, medo, noites sem dormir e momentos em que o coração parece não saber mais como suportar tanta preocupação.
Mas, acima de tudo, existe fé, esperança e amor.
A Ana está lutando. E nós estamos lutando junto com ela.
Neste momento, os custos com tratamento, exames, medicamentos, deslocamentos e outros cuidados são muito altos. Por isso, estamos recorrendo a todos que puderem nos ajudar.
Qualquer contribuição, independentemente do valor, será recebida com imensa gratidão.
E, para quem não puder contribuir financeiramente, pedimos que nos ajude de outra forma: compartilhe esta história e coloque a Ana em suas orações.
Às vezes, uma pequena ajuda para nós pode representar uma grande esperança para quem está lutando pela vida.
Nos ajudem a cuidar da Ana e a continuar acreditando na sua recuperação. ❤️
Que Deus abençoe cada pessoa que estender a mão, compartilhar esta mensagem, fizer uma oração ou simplesmente enviar uma palavra de carinho.
Toda ajuda importa.
Toda oração importa.
Toda demonstração de amor importa.
Juntos, vamos seguir acreditando que dias melhores virão. 🙏❤️