
Lara foi diagnosticada com trigonocefalia metópica, uma alteração em que a sutura que separa os dois ossos da testa se fecha antes do tempo. O tratamento indicado é cirúrgico, e os custos da operação e dos cuidados que ela vai exigir estão além do que a família consegue pagar. Para reunir o valor, a família criou a Vakinha “Juntos pela Lara”, com meta de R$ 180 mil.
O crânio de um bebê é formado por placas ósseas separadas por linhas flexíveis, chamadas suturas, que permitem que a cabeça cresça junto com o cérebro. A sutura metópica é a que divide os dois ossos da testa, e é a primeira a se fechar naturalmente.
Na trigonocefalia, esse fechamento acontece cedo demais. O resultado é uma testa em formato triangular, que dá nome à condição. É um tipo de craniossinostose, o nome dado ao fechamento precoce das suturas do crânio, e um dos mais frequentes.
O tratamento é cirúrgico, com a remodelação dos ossos da testa para corrigir o formato do crânio. Em uma minoria dos casos, a condição pode aumentar a pressão dentro do crânio e causar alterações neurológicas.
Segundo a literatura médica, essas complicações podem ser prevenidas ou amenizadas quando o diagnóstico e o tratamento acontecem entre os 6 e os 12 meses de vida. Por isso, o tempo é um fator importante no planejamento da cirurgia. A data e a técnica de cada caso são definidas pela equipe médica.
Segundo a família, qualquer valor faz uma enorme diferença. Quem não puder doar também ajuda ao compartilhar a campanha, para que a história chegue a mais pessoas. A mensagem que encerra a página resume o pedido: “Juntos, somos mais fortes pela Lara”.
Para ajudar a pagar a cirurgia e os cuidados de Lara, contribua com a Vakinha “Juntos pela Lara”.