
Depois de superar o câncer de mama, Camila Mendes e Silva passou a enfrentar uma nova dificuldade de saúde. Moradora de Contagem, em Minas Gerais, ela convive com ataxia, uma condição neurológica que afeta a coordenação motora e o equilíbrio. Para buscar mais autonomia em sua rotina, Camila iniciou uma mobilização por um tratamento de neuromodulação associado à fisioterapia especializada.
O protocolo tem custo estimado em R$ 40 mil e, segundo Camila, não está disponível para ela pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nem por convênios médicos. Para ajudar a custear os procedimentos, deslocamentos e outras despesas, ela criou a vakinha Neuromodulação Camila.
Camila relata que, depois de enfrentar o câncer de mama, passou a conviver com ataxia, condição que interfere na capacidade de coordenar movimentos e manter o equilíbrio.
A ataxia pode afetar atividades que dependem de estabilidade corporal e controle motor. No caso de Camila, as dificuldades motivaram a busca por um acompanhamento específico para melhorar sua mobilidade.
Em sua campanha, ela descreve a condição como uma sequela neurológica após o câncer, mas não apresenta detalhes sobre a causa médica exata ou os tratamentos oncológicos realizados.
O objetivo agora é buscar alternativas terapêuticas que possam contribuir para sua independência e qualidade de vida.
O protocolo descrito na arrecadação combina sessões de neuromodulação com fisioterapia neurológica especializada.
Segundo Camila, a neuromodulação envolve estímulos magnéticos aplicados por meio de uma bobina, com a finalidade de atuar sobre a atividade neural. O tratamento proposto busca favorecer o controle postural e a mobilidade.
A resposta a esse tipo de intervenção pode variar conforme a condição clínica e as características de cada paciente. Por isso, não é possível garantir que o procedimento resultará na recuperação completa do equilíbrio.
Camila afirma que o protocolo indicado não está disponível para ela pela rede pública ou por seu convênio, tornando necessário buscar recursos para realizá-lo de forma particular.
A estimativa apresentada por Camila inclui as sessões de neuromodulação, manutenções, fisioterapia neurológica, transporte e alimentação.
O valor de R$ 40 mil representa, portanto, um conjunto de despesas relacionadas à realização do protocolo completo, e não apenas o preço de um procedimento isolado.
Para viabilizar esse acompanhamento, ela organizou uma arrecadação para o tratamento de neuromodulação, criada em 2 de abril de 2026.
A campanha reúne informações sobre sua condição e a finalidade dos recursos. O relato não confirma que o tratamento já tenha sido concluído nem apresenta resultados clínicos posteriores.
A história de Camila mostra que as necessidades de saúde podem continuar mesmo após o tratamento de uma doença como o câncer de mama.
Seu objetivo com a neuromodulação e a fisioterapia é buscar melhores condições de equilíbrio, mobilidade e independência nas atividades cotidianas.
Quem deseja conhecer a iniciativa pode acessar a vakinha de Camila Mendes e Silva, onde estão disponíveis a descrição do tratamento e as informações atualizadas da campanha.
O compartilhamento da história também contribui para dar visibilidade às dificuldades enfrentadas por pessoas que convivem com alterações na coordenação motora e precisam de acompanhamento especializado.