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Histórias

Professora com câncer raro tem pedido de imunoterapia negado; comunidade cria Vakinha

19 out 2026
4 min
Equipe Vakinha
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Há pouco mais de um ano, a professora Valéria Maia recebeu o diagnóstico de um câncer raro e agressivo. Desde então, sua saúde ficou debilitada e as dores passaram a fazer parte de sua rotina, segundo os organizadores de uma campanha solidária. Moradora de Itaúnas, no Espírito Santo, ela tem indicação de imunoterapia, mas enfrenta dificuldades para conseguir o medicamento. A família já tentou obter o tratamento pelo SUS, inclusive recorrendo à Justiça, porém o primeiro pedido foi negado. Para tentar iniciar a terapia enquanto busca outras alternativas, foi criada a Vakinha Todos por Valéria Maia, com meta de R$ 60 mil.

A arrecadação foi organizada por Júlia Maia e busca reunir o apoio de moradores, amigos, alunos e outras pessoas sensibilizadas com a situação da professora.

Câncer raro provoca dores e debilita saúde de Valéria

Valéria é professora e construiu vínculos com a comunidade de Itaúnas por meio de sua trajetória na educação.

De acordo com a descrição da campanha, o diagnóstico de câncer ocorreu há pouco mais de um ano. A doença é descrita pelos organizadores como rara e extremamente agressiva, responsável por provocar dores e debilitar sua saúde.

A arrecadação não informa o tipo específico de câncer, os órgãos afetados ou quais tratamentos Valéria já realizou.

O que a família destaca é a necessidade de conseguir acesso à imunoterapia, apontada como uma possibilidade de tratamento e de melhora da qualidade de vida.

Entretanto, o custo elevado do medicamento tornou necessário buscar apoio financeiro.

Família recorre ao SUS e à Justiça, mas primeiro pedido é negado

Antes de criar a campanha, a família de Valéria tentou conseguir acesso ao medicamento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo os organizadores, a busca também chegou à Justiça, mas o primeiro pedido foi negado. A descrição não esclarece se a negativa mencionada ocorreu na esfera administrativa ou judicial.

Novas tentativas continuam sendo realizadas, enquanto os familiares procuram alternativas para iniciar a imunoterapia.

Diante das dificuldades, a comunidade decidiu organizar uma arrecadação para ajudar a professora.

A Vakinha criada para apoiar o tratamento de Valéria Maia pretende reunir R$ 60 mil para contribuir com os custos da terapia.

Embora a família deposite esperança no tratamento, seus resultados dependem da avaliação médica e da resposta individual da paciente. Não há garantia de cura ou de melhora específica.

Itaúnas se une em campanha pela professora

Criada em 18 de outubro de 2026, a iniciativa procura envolver pessoas que conhecem Valéria e também doadores de outras regiões.

Na mensagem publicada na campanha, os organizadores destacam a trajetória da professora na educação e os laços construídos com alunos, amigos e moradores.

O pedido de solidariedade surge em um momento no qual o acesso ao medicamento ainda não foi garantido.

Além das contribuições financeiras, os responsáveis incentivam o compartilhamento da arrecadação, para que a história alcance mais pessoas.

Como contribuir para a Vakinha de Valéria Maia

Quem deseja ajudar pode acessar a página oficial da campanha e escolher o valor da doação.

A arrecadação busca apoiar o acesso à imunoterapia enquanto a família continua tentando conseguir o medicamento por outras vias.

Para Valéria, a mobilização representa a possibilidade de reunir recursos para uma etapa importante de seus cuidados. Quem quiser participar pode contribuir para a Vakinha de Valéria Maia e compartilhar a história com outras pessoas.

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