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Histórias

Síndrome de Guillain-Barré deixa avô responsável por três netos acamado

20 out 2026
4 min
Equipe Vakinha
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Agostinho, de 61 anos, era o responsável pelo sustento de uma família que já havia enfrentado uma perda dolorosa. Há cerca de três anos, ele e a esposa perderam o filho mais velho e assumiram a guarda dos três netos menores de idade. Agora, um diagnóstico de síndrome de Guillain-Barré mudou novamente a rotina da casa. Segundo os familiares, a doença o deixou acamado, sem conseguir movimentar o corpo abaixo da cabeça e dependendo de ajuda até para necessidades básicas. Para enfrentar os custos dos cuidados e manter o sustento da família, sua irmã criou uma Vakinha para apoiar o tratamento de Agostinho.

A situação também mudou completamente a vida da esposa, que passou a dividir seus dias entre os cuidados com o marido e as responsabilidades com as três crianças.

Agostinho perdeu os movimentos devido à síndrome de Guillain-Barré

Segundo o relato publicado na campanha, os primeiros sinais da doença começaram com desconfortos que se agravaram rapidamente.

Agostinho recebeu o diagnóstico de síndrome de Guillain-Barré, uma doença autoimune rara que afeta os nervos periféricos e pode provocar fraqueza muscular intensa e perda de movimentos.

Em casos graves, a condição pode comprometer diferentes partes do corpo e exigir cuidados especializados.

A família informa que Agostinho está acamado e completamente dependente de outras pessoas para realizar atividades básicas.

A campanha não detalha os procedimentos médicos realizados, nem apresenta uma previsão para a recuperação dos movimentos.

Esposa precisa cuidar do marido e de três netos

A doença trouxe consequências que vão além da saúde de Agostinho.

Há aproximadamente três anos, o casal perdeu o filho mais velho. Desde então, os dois passaram a cuidar dos três netos menores de idade.

Agostinho trabalhava e era o principal responsável pelo sustento da família. Com a perda dos movimentos, deixou de conseguir exercer suas atividades profissionais.

Sua esposa também não tem condições de trabalhar fora, segundo os familiares. Ela precisa estar presente para ajudar o marido nos cuidados diários e continuar atendendo às necessidades das crianças.

Dessa forma, a família enfrenta duas dificuldades ao mesmo tempo: a perda da renda de Agostinho e o aumento das despesas necessárias para seus cuidados.

Vakinha ajuda com medicamentos, equipamentos e despesas da família

Diante da situação, Roseli Aparecida Soares Machado, irmã de Agostinho, decidiu pedir apoio por meio de uma arrecadação online.

A Vakinha criada para ajudar Agostinho e sua família foi aberta em 17 de outubro de 2026.

Segundo a organizadora, os recursos são destinados a medicamentos, equipamentos, tratamento, cuidados diários e às necessidades da família, que perdeu sua principal fonte de sustento.

A campanha recebeu apoio de doadores e continua divulgando a situação de Agostinho para que mais pessoas conheçam as dificuldades enfrentadas pela família.

Embora a síndrome de Guillain-Barré possa apresentar diferentes possibilidades de recuperação, a evolução depende de cada paciente e do acompanhamento médico. Não há informações que permitam prever quando Agostinho poderá recuperar seus movimentos.

Como ajudar Agostinho e sua família

Além dos gastos relacionados à saúde, a família precisa manter as despesas da casa e garantir os cuidados com as três crianças.

Quem deseja colaborar pode realizar uma doação diretamente pela campanha oficial. Compartilhar a história com amigos e familiares também ajuda a ampliar o alcance da mobilização.

Agostinho, que antes trabalhava para sustentar a esposa e os netos, agora depende de cuidados constantes. Enquanto a família se adapta a essa realidade, a solidariedade pode ajudar a enfrentar as despesas desse período.

Para participar dessa mobilização, é possível contribuir para a Vakinha de Agostinho e apoiar sua família.

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