
O diagnóstico de um câncer neuroendócrino que se espalhou para o fígado, os rins e o pâncreas mudou a rotina de Edison e sua família, em Itapema, Santa Catarina. Para seguir o tratamento indicado, ele precisa de um medicamento chamado Lanreotida, mas enfrenta dificuldades para obtê-lo pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Diante da situação, sua esposa criou uma vakinha para custear os primeiros dois meses de medicação.
A campanha para ajudar Edison a conseguir o medicamento contra o câncer foi organizada por Rosani Maciel de Figueiredo, que busca garantir a continuidade dos cuidados enquanto aguarda uma solução para o fornecimento do remédio.
Segundo o relato da família, Edison recebeu o diagnóstico de câncer neuroendócrino com comprometimento de três órgãos: fígado, rins e pâncreas.
A notícia trouxe preocupação para Rosani e os demais familiares, especialmente diante da necessidade de iniciar o tratamento indicado e encontrar meios para obter o medicamento.
O câncer neuroendócrino está associado a tumores que se desenvolvem a partir de células neuroendócrinas, presentes em diferentes regiões do organismo. As características da doença e as opções de tratamento variam conforme o tipo de tumor e sua evolução.
No caso de Edison, a família informa que a medicação prescrita é a Lanreotida, utilizada em determinadas situações para ajudar a controlar a atividade ou a progressão de tumores neuroendócrinos.
A descrição da campanha não apresenta detalhes sobre outros tratamentos já realizados ou um prognóstico médico.
O principal desafio relatado pela esposa é o acesso à medicação indicada.
Segundo Rosani, o SUS ainda não está fornecendo a Lanreotida para Edison sem uma liminar judicial. Enquanto a situação não é resolvida, a família precisa encontrar recursos para comprar o medicamento.
Na campanha, Rosani explica que a intenção é custear os primeiros dois meses de tratamento, período em que espera conseguir o fornecimento pela rede pública.
Ela descreve o motivo da mobilização:
“Tudo o que mais quero é conseguir dar ao meu marido a oportunidade de ter mais qualidade de vida e continuar lutando.”
A dificuldade para obter o medicamento levou a família a recorrer à solidariedade de outras pessoas para enfrentar uma despesa que não consegue assumir sozinha.
A vakinha em apoio ao tratamento de Edison foi criada em 24 de outubro de 2026.
A arrecadação tem uma finalidade específica: permitir a compra da Lanreotida enquanto a família aguarda uma possível liberação do medicamento pelo SUS.
Para Rosani, conseguir o remédio representa uma forma de oferecer ao marido acesso aos cuidados prescritos e buscar melhores condições de qualidade de vida.
Embora a expectativa seja obter o fornecimento gratuito posteriormente, a campanha não informa que exista uma decisão judicial favorável ou uma data confirmada para a disponibilização da medicação.
Nesse intervalo, as contribuições podem ajudar a família a custear o tratamento indicado.
Quem deseja apoiar Edison pode acessar a vakinha Qualidade de vida Edison e escolher o valor da contribuição.
Os recursos são destinados à compra do medicamento necessário para os primeiros dois meses de tratamento, conforme informado pela esposa.
Também é possível ajudar compartilhando a campanha para que outras pessoas conheçam a situação.
A mobilização busca oferecer à família condições de seguir as orientações médicas enquanto procura uma solução para garantir o acesso à Lanreotida pelo SUS.