
Em 15 de outubro de 2026, Davi fez o transplante de medula óssea que a família esperava, uma etapa importante do tratamento. A alta hospitalar deve sair em breve, mas a volta para Marialva (PR), a mais de 400 quilômetros, ainda vai demorar: a família precisará ficar cerca de mais dois meses em Curitiba para acompanhar a recuperação de perto. Para pagar as despesas desse período longe de casa, foi criada a Vakinha “Ajude o Davizinho”.
Os primeiros 100 dias depois do transplante de medula óssea são os mais delicados. É nesse período que costumam aparecer as principais complicações, como infecções e reações ao transplante. Por isso, o paciente precisa ficar perto do centro onde foi transplantado, para ser avaliado com frequência, às vezes mais de uma vez por semana.
Segundo orientações do Instituto Nacional de Câncer (INCA), pacientes que moram em outras cidades costumam voltar para casa só depois de cerca de 100 dias. É o caso de Davi: mesmo depois da alta, a família vai continuar em Curitiba para não perder nenhuma consulta nem cuidado.
A campanha descreve o momento como de esperança, mas lembra que a jornada continua. Fora de Marialva, a família terá de pagar aluguel, alimentação, medicamentos, transporte e consultas, além de outras necessidades que surgirem nesses dois meses.
São gastos que se somam ao dia a dia normal e que, segundo a família, ela não consegue cobrir sozinha.
A campanha aceita contribuições de qualquer valor, e compartilhar também ajuda. A família agradece a quem tem torcido por Davi e diz que ter as pessoas ao lado “torna tudo mais leve”.
Para ajudar a família a permanecer perto de Davi durante a recuperação em Curitiba, contribua com a Vakinha “Ajude o Davizinho”.