
O cubano Juan Miguel Rodriguez Rodriguez, que mora em Palhoça (SC), criou uma Vakinha para trazer as duas filhas de Cuba para o Brasil, oito anos depois de deixar a ilha. O dinheiro vai para passaportes, passagens, taxas migratórias e consulares e para a viagem de um adulto que vai acompanhar as meninas. A Vakinha de Juan já recebeu o apoio de 18 doadores e segue aberta para quem quiser ajudar.
Juan saiu de Cuba em 2018, por causa das dificuldades que enfrentava no país, e não pôde levar as filhas. No Brasil, fez uma nova graduação para reconstruir a vida. Segundo ele, nunca deixou de mandar dinheiro para o sustento das meninas. Agora, o objetivo é tê-las por perto.
A história de Juan se soma à de milhares de cubanos que escolheram o Brasil. Em 2025, os cubanos se tornaram a nacionalidade com mais pedidos de refúgio no país, à frente dos venezuelanos, com mais de 40 mil solicitações, segundo o Ministério da Justiça.
Na página da campanha, Juan lista o que precisa ser pago para a viagem acontecer:
Como as duas são menores de idade, precisam viajar acompanhadas de um adulto. Segundo Juan, ir com a tia também reduz o risco de as meninas serem barradas no aeroporto. Por isso, a Vakinha inclui os custos da irmã dele.
A Lei de Migração (Lei 13.445/2017) prevê visto ou autorização de residência para fins de reunião familiar ao filho de imigrante que tem autorização de residência no Brasil. A campanha não detalha qual procedimento a família está seguindo.
Há oito anos, Juan deixou Cuba para recomeçar. Agora, o que ele quer é seguir essa história ao lado das filhas.
Para que serve o dinheiro desta Vakinha?
Para passaportes, passagens, taxas migratórias, consulares e de cartório, advogado e a viagem da tia que vai acompanhar as meninas.
Ainda é possível ajudar?
Sim. A Vakinha segue aberta e recebe doações pela página da campanha.
Como saber se o link da Vakinha é seguro?
O Vakinha tem uma ferramenta de verificação de links e uma página sobre segurança e transparência.