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Histórias

Pai cubano tenta trazer filhas para o Brasil depois de oito anos de separação

20 out 2026
3 min
Equipe Vakinha
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O cubano Juan Miguel Rodriguez Rodriguez, que mora em Palhoça (SC), criou uma Vakinha para trazer as duas filhas de Cuba para o Brasil, oito anos depois de deixar a ilha. O dinheiro vai para passaportes, passagens, taxas migratórias e consulares e para a viagem de um adulto que vai acompanhar as meninas. A Vakinha de Juan já recebeu o apoio de 18 doadores e segue aberta para quem quiser ajudar.

Por que Juan deixou Cuba

Juan saiu de Cuba em 2018, por causa das dificuldades que enfrentava no país, e não pôde levar as filhas. No Brasil, fez uma nova graduação para reconstruir a vida. Segundo ele, nunca deixou de mandar dinheiro para o sustento das meninas. Agora, o objetivo é tê-las por perto.

A história de Juan se soma à de milhares de cubanos que escolheram o Brasil. Em 2025, os cubanos se tornaram a nacionalidade com mais pedidos de refúgio no país, à frente dos venezuelanos, com mais de 40 mil solicitações, segundo o Ministério da Justiça.

Quanto custa trazer as filhas de Cuba para o Brasil?

Na página da campanha, Juan lista o que precisa ser pago para a viagem acontecer:

  • passaportes cubanos das duas meninas;
  • passagens de ida e volta das duas (a compra da volta é obrigatória);
  • taxas da imigração cubana;
  • advogado para a representação migratória;
  • honorários do consulado brasileiro;
  • cartório e certificação internacional dos documentos;
  • passagens de ida e volta e autorização migratória para a irmã de Juan, que vai buscar as sobrinhas.

Por que as meninas precisam viajar com um adulto?

Como as duas são menores de idade, precisam viajar acompanhadas de um adulto. Segundo Juan, ir com a tia também reduz o risco de as meninas serem barradas no aeroporto. Por isso, a Vakinha inclui os custos da irmã dele.

A Lei de Migração (Lei 13.445/2017) prevê visto ou autorização de residência para fins de reunião familiar ao filho de imigrante que tem autorização de residência no Brasil. A campanha não detalha qual procedimento a família está seguindo.

Como ajudar Juan a reencontrar as filhas

  • Doe pela página da Vakinha
  • Compartilhe a história, especialmente em grupos de cubanos e latino-americanos no Brasil.
  • Acompanhe a aba “Atualizações” da campanha para saber quando as meninas chegarem.

Há oito anos, Juan deixou Cuba para recomeçar. Agora, o que ele quer é seguir essa história ao lado das filhas.

Perguntas frequentes

Para que serve o dinheiro desta Vakinha?
Para passaportes, passagens, taxas migratórias, consulares e de cartório, advogado e a viagem da tia que vai acompanhar as meninas.

Ainda é possível ajudar?

Sim. A Vakinha segue aberta e recebe doações pela página da campanha.

Como saber se o link da Vakinha é seguro?
O Vakinha tem uma ferramenta de verificação de links e uma página sobre segurança e transparência.

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