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Histórias

Hemorragia na medula tira movimentos de jovem; família arrecada para reabilitação

29 out 2026
6 min
Equipe Vakinha
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Aos 28 anos, Bárbara, conhecida como Babi, construía sua carreira como ultrassonografista veterinária e mantinha uma rotina de trabalho, esportes e planos para o futuro. Tudo mudou quando uma malformação arteriovenosa provocou uma hemorragia na medula espinhal, deixando a jovem sem movimentos e sensibilidade abaixo do peito. Depois de passar por procedimentos médicos para controlar o sangramento, ela iniciou uma nova etapa: a reabilitação. Sem conseguir trabalhar e diante de despesas que incluem fisioterapia, medicamentos e adaptações na moradia, a família organizou uma Vakinha para apoiar a recuperação de Bárbara.

A campanha busca R$ 70 mil para ajudar a enfrentar os custos dos próximos meses, enquanto Babi procura recuperar movimentos e se adaptar às mudanças provocadas pela lesão.

Hemorragia na medula provoca perda de movimentos

Segundo o relato publicado na campanha, Bárbara sofreu uma hemorragia na medula espinhal causada pelo rompimento de vasos sanguíneos de uma malformação arteriovenosa (MAV).

A complicação provocou perda dos movimentos e da sensibilidade abaixo do peito.

Diante da gravidade do quadro, os médicos realizaram um procedimento endovascular para controlar o sangramento. Posteriormente, Babi passou por uma cirurgia para retirar o coágulo que comprimia a medula.

A família informa que o sangramento foi controlado e que a cirurgia teve resultado satisfatório.

Durante o episódio, Bárbara também sofreu dois acidentes vasculares cerebrais (AVCs), que não haviam deixado sequelas identificadas até a publicação do relato.

Apesar da gravidade da situação, a jovem começou a apresentar sinais iniciais de retorno dos movimentos.

A evolução traz uma perspectiva importante para a família, mas ainda não permite prever quanto da mobilidade poderá ser recuperado ou quanto tempo a reabilitação levará.

Profissional autônoma fica sem renda durante recuperação

Antes da emergência, Bárbara trabalhava havia cerca de quatro anos como ultrassonografista veterinária.

Por ser autônoma, sua renda dependia diretamente dos exames realizados em clínicas veterinárias e nos atendimentos domiciliares.

A rotina exigia deslocamentos frequentes de carro, já que ela trabalhava em diferentes estabelecimentos.

Fora da profissão, Babi praticava atividades físicas, como CrossFit e natação.

A perda dos movimentos interrompeu essas atividades e também sua fonte de renda.

Segundo a família, ela contribuía financeiramente com as despesas dos pais. Sua mãe dedica cuidados em tempo integral ao irmão Arthur, que possui deficiência e necessita de acompanhamento constante. O pai trabalha como mecânico para sustentar a casa.

Com Bárbara impossibilitada de trabalhar, a família precisa reorganizar suas finanças justamente em um período marcado por novas despesas médicas.

Casa dos pais precisa de adaptações para receber Babi

Antes da hemorragia, Bárbara morava sozinha.

Agora, a família planeja que ela passe a viver na casa dos pais durante o processo de recuperação.

O imóvel, porém, precisa de adaptações para oferecer melhores condições de acessibilidade e segurança.

Entre as mudanças previstas estão adequações no quarto e no banheiro, conforme as orientações dos profissionais responsáveis pela reabilitação.

A família ainda está avaliando quais intervenções serão necessárias, considerando a evolução clínica de Bárbara.

Além da estrutura da casa, a jovem precisará de acompanhamento fisioterapêutico, transporte para atendimentos e outros cuidados relacionados à lesão medular.

A preocupação é oferecer condições adequadas para que Babi possa se dedicar à reabilitação sem enfrentar sozinha todas as dificuldades financeiras.

Para que serve a Vakinha de recuperação de Bárbara?

A campanha “Vamos ajudar a Babi a se recuperar!” foi criada em 28 de outubro de 2026, com meta de R$ 70 mil.

O objetivo é ajudar Bárbara e sua família a custear despesas durante aproximadamente 12 meses de recuperação, período utilizado pelos organizadores como referência para o planejamento financeiro.

Segundo a descrição oficial, os recursos serão destinados a quatro necessidades principais:

  • Reabilitação: fisioterapia, transporte, acompanhamento profissional e eventuais cuidados especializados.
  • Adaptações na moradia: adequação do quarto e do banheiro na casa dos pais.
  • Saúde: manutenção do plano de saúde, consultas, medicamentos e tratamentos contínuos, incluindo os cuidados com uma dermatite atópica grave que Bárbara já apresentava.
  • Despesas essenciais: alimentação, contas pessoais e contribuição para o orçamento familiar enquanto ela estiver sem trabalhar.

A Vakinha organizada para apoiar a reabilitação de Babi reúne o relato dos familiares e as informações atualizadas sobre a arrecadação.

O valor solicitado não representa o custo de um único procedimento nem garante que a recuperação será concluída em 12 meses. A utilização dos recursos dependerá das necessidades que surgirem e das orientações dos profissionais de saúde.

Primeiros sinais de movimento renovam expectativas da família

A família relata que Bárbara começou a apresentar sinais iniciais de retorno dos movimentos após os procedimentos realizados.

Essa evolução é acompanhada com expectativa, mas o caminho da reabilitação ainda é incerto.

Lesões na medula espinhal podem comprometer movimentos, sensibilidade e outras funções do organismo. A recuperação varia conforme a extensão e as características da lesão, além da resposta individual aos cuidados.

No caso de Babi, os familiares buscam condições para que ela tenha acesso à reabilitação e possa reconstruir gradualmente sua rotina.

A arrecadação também procura reduzir a insegurança financeira provocada pela interrupção do trabalho, enquanto a jovem enfrenta uma etapa que exige tempo e acompanhamento.

Como contribuir para a reabilitação de Bárbara?

O processo de recuperação de Babi envolve despesas contínuas e mudanças importantes na rotina de toda a família.

Quem deseja colaborar pode acessar a campanha oficial e escolher o valor da doação conforme suas possibilidades.

Compartilhar a história também ajuda a ampliar o alcance da mobilização e apresentar a situação a novas pessoas.

Bárbara já passou pelos procedimentos necessários para controlar a hemorragia, mas ainda enfrenta os desafios da lesão medular e da reabilitação.

Para apoiar essa etapa, é possível contribuir diretamente para a Vakinha de recuperação de Babi e ajudar a família a enfrentar os custos dos cuidados e das adaptações necessárias.

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