
Aos 28 anos, Bárbara, conhecida como Babi, construía sua carreira como ultrassonografista veterinária e mantinha uma rotina de trabalho, esportes e planos para o futuro. Tudo mudou quando uma malformação arteriovenosa provocou uma hemorragia na medula espinhal, deixando a jovem sem movimentos e sensibilidade abaixo do peito. Depois de passar por procedimentos médicos para controlar o sangramento, ela iniciou uma nova etapa: a reabilitação. Sem conseguir trabalhar e diante de despesas que incluem fisioterapia, medicamentos e adaptações na moradia, a família organizou uma Vakinha para apoiar a recuperação de Bárbara.
A campanha busca R$ 70 mil para ajudar a enfrentar os custos dos próximos meses, enquanto Babi procura recuperar movimentos e se adaptar às mudanças provocadas pela lesão.
Segundo o relato publicado na campanha, Bárbara sofreu uma hemorragia na medula espinhal causada pelo rompimento de vasos sanguíneos de uma malformação arteriovenosa (MAV).
A complicação provocou perda dos movimentos e da sensibilidade abaixo do peito.
Diante da gravidade do quadro, os médicos realizaram um procedimento endovascular para controlar o sangramento. Posteriormente, Babi passou por uma cirurgia para retirar o coágulo que comprimia a medula.
A família informa que o sangramento foi controlado e que a cirurgia teve resultado satisfatório.
Durante o episódio, Bárbara também sofreu dois acidentes vasculares cerebrais (AVCs), que não haviam deixado sequelas identificadas até a publicação do relato.
Apesar da gravidade da situação, a jovem começou a apresentar sinais iniciais de retorno dos movimentos.
A evolução traz uma perspectiva importante para a família, mas ainda não permite prever quanto da mobilidade poderá ser recuperado ou quanto tempo a reabilitação levará.
Antes da emergência, Bárbara trabalhava havia cerca de quatro anos como ultrassonografista veterinária.
Por ser autônoma, sua renda dependia diretamente dos exames realizados em clínicas veterinárias e nos atendimentos domiciliares.
A rotina exigia deslocamentos frequentes de carro, já que ela trabalhava em diferentes estabelecimentos.
Fora da profissão, Babi praticava atividades físicas, como CrossFit e natação.
A perda dos movimentos interrompeu essas atividades e também sua fonte de renda.
Segundo a família, ela contribuía financeiramente com as despesas dos pais. Sua mãe dedica cuidados em tempo integral ao irmão Arthur, que possui deficiência e necessita de acompanhamento constante. O pai trabalha como mecânico para sustentar a casa.
Com Bárbara impossibilitada de trabalhar, a família precisa reorganizar suas finanças justamente em um período marcado por novas despesas médicas.
Antes da hemorragia, Bárbara morava sozinha.
Agora, a família planeja que ela passe a viver na casa dos pais durante o processo de recuperação.
O imóvel, porém, precisa de adaptações para oferecer melhores condições de acessibilidade e segurança.
Entre as mudanças previstas estão adequações no quarto e no banheiro, conforme as orientações dos profissionais responsáveis pela reabilitação.
A família ainda está avaliando quais intervenções serão necessárias, considerando a evolução clínica de Bárbara.
Além da estrutura da casa, a jovem precisará de acompanhamento fisioterapêutico, transporte para atendimentos e outros cuidados relacionados à lesão medular.
A preocupação é oferecer condições adequadas para que Babi possa se dedicar à reabilitação sem enfrentar sozinha todas as dificuldades financeiras.
A campanha “Vamos ajudar a Babi a se recuperar!” foi criada em 28 de outubro de 2026, com meta de R$ 70 mil.
O objetivo é ajudar Bárbara e sua família a custear despesas durante aproximadamente 12 meses de recuperação, período utilizado pelos organizadores como referência para o planejamento financeiro.
Segundo a descrição oficial, os recursos serão destinados a quatro necessidades principais:
A Vakinha organizada para apoiar a reabilitação de Babi reúne o relato dos familiares e as informações atualizadas sobre a arrecadação.
O valor solicitado não representa o custo de um único procedimento nem garante que a recuperação será concluída em 12 meses. A utilização dos recursos dependerá das necessidades que surgirem e das orientações dos profissionais de saúde.
A família relata que Bárbara começou a apresentar sinais iniciais de retorno dos movimentos após os procedimentos realizados.
Essa evolução é acompanhada com expectativa, mas o caminho da reabilitação ainda é incerto.
Lesões na medula espinhal podem comprometer movimentos, sensibilidade e outras funções do organismo. A recuperação varia conforme a extensão e as características da lesão, além da resposta individual aos cuidados.
No caso de Babi, os familiares buscam condições para que ela tenha acesso à reabilitação e possa reconstruir gradualmente sua rotina.
A arrecadação também procura reduzir a insegurança financeira provocada pela interrupção do trabalho, enquanto a jovem enfrenta uma etapa que exige tempo e acompanhamento.
O processo de recuperação de Babi envolve despesas contínuas e mudanças importantes na rotina de toda a família.
Quem deseja colaborar pode acessar a campanha oficial e escolher o valor da doação conforme suas possibilidades.
Compartilhar a história também ajuda a ampliar o alcance da mobilização e apresentar a situação a novas pessoas.
Bárbara já passou pelos procedimentos necessários para controlar a hemorragia, mas ainda enfrenta os desafios da lesão medular e da reabilitação.
Para apoiar essa etapa, é possível contribuir diretamente para a Vakinha de recuperação de Babi e ajudar a família a enfrentar os custos dos cuidados e das adaptações necessárias.