
Em março, Alexandra Hoffmann encontrou um nódulo na mama, mas os primeiros exames deram um falso negativo. Em agosto, veio o diagnóstico: câncer de mama invasivo, triplo negativo, em estágio avançado. Moradora de Ponta Grossa (PR), mãe de duas filhas, ela já começou a quimioterapia. O que falta é a imunoterapia, que não saiu nem pelo SUS nem pela Justiça.
Para pagar o medicamento, Alexandra criou uma Vakinha, e mais de 250 pessoas já contribuíram. Qualquer valor ajuda a pagar a imunoterapia de Alexandra.
O protocolo indicado pela equipe médica prevê seis meses de quimioterapia associada à imunoterapia, seguidos de cirurgia, radioterapia e mais imunoterapia. Alexandra já concluiu a primeira fase, a chamada quimioterapia vermelha.
Cada sessão exige muito do corpo e da cabeça. Ainda assim, ela segue em frente, com o desejo de continuar ao lado das filhas e de todas as pessoas que ama.
A imunoterapia indicada não é oferecida pelo SUS para o caso de Alexandra. A família tentou conseguir o medicamento na Justiça, sem sucesso.
Alexandra é clara sobre o que o tratamento representa: ele pode aumentar as chances de cura e reduzir o risco de a doença voltar, ainda que nenhum tratamento garanta esse resultado. “Não estou pedindo ajuda porque desisti de lutar. Pelo contrário: estou pedindo ajuda porque quero continuar lutando”, escreve.
O dinheiro arrecadado vai para a imunoterapia e, se necessário, para outras despesas do tratamento. A meta é de R$ 510 mil.
Dá para doar pela página de contribuição da Vakinha de Alexandra e acompanhar as atualizações na página da campanha. Uma equipe de apoiadores ajuda Alexandra a divulgar a campanha, e compartilhar a história também faz diferença.
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É um tipo de câncer de mama sem receptores de estrogênio e de progesterona e sem excesso da proteína HER2. Por isso, não responde às terapias hormonais e costuma exigir quimioterapia e, em alguns casos, imunoterapia.
O medicamento não é disponibilizado pelo SUS para o caso de Alexandra, e o pedido na Justiça não foi atendido.
Doe pela página oficial da campanha, no site ou no app do Vakinha. Na dúvida, confira o endereço na verificação de links.