
Depois de passar por uma cirurgia para tratar um câncer raro de ovário, Lu acreditava estar vivendo uma fase mais tranquila de sua recuperação. Durante o acompanhamento médico, os exames não indicavam novas alterações preocupantes. Mas, em setembro de 2026, a descoberta de uma lesão próxima ao reto trouxe novamente o medo da doença.
Diagnosticada anteriormente com câncer de células claras, Lu agora enfrenta suspeita de recidiva, além de uma trombose, febre, sudorese e fortes dores abdominais. A situação exige uma nova cirurgia, que poderá envolver a retirada de parte do reto e da bexiga.
Sem condições de pagar o procedimento particular, ela criou a Vakinha “Ajude na cirurgia de emergência da Lu”, com meta de R$ 75 mil.
A história de Lu com a doença começou em 2025, quando passou por uma histerectomia total, com retirada do útero e de um dos ovários. A análise do tecido revelou um câncer de células claras, um tipo raro de tumor ovariano.
Ela continuou realizando exames de acompanhamento, até que uma alteração na parede anterior do reto foi identificada em setembro de 2026.
A nova lesão levantou a suspeita de retorno do câncer. Para esclarecer o diagnóstico e definir os próximos cuidados, Lu recebeu indicação de uma cirurgia complexa.
O quadro se tornou ainda mais delicado com a presença de trombose e outros sintomas, que aumentam sua preocupação com a evolução da doença.
“Não tem sido fácil viver todos os dias com dores, sintomas, incertezas e, principalmente, com medo de que a doença avance”, desabafou.
Lu passou pela avaliação de dois oncologistas e recebeu orientações sobre os riscos e as possibilidades de tratamento.
A cirurgia também pode ser realizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas a possibilidade de demora e as características do procedimento preocupam a paciente, especialmente diante da trombose.
Na rede particular, a alternativa apresentada foi uma cirurgia robótica, técnica menos invasiva que pode oferecer benefícios em determinadas situações, conforme a avaliação médica.
O custo estimado de R$ 75 mil, entretanto, está fora das possibilidades financeiras de Lu.
A campanha para custear a cirurgia de Lu foi criada para reunir contribuições e ajudá-la a ter acesso ao procedimento indicado.
“Hoje, o que eu mais quero é ter a oportunidade de realizar essa cirurgia e continuar vivendo ao lado das pessoas que amo”, contou.
Quem deseja contribuir pode participar da Vakinha “Ajude na cirurgia de emergência da Lu”, organizada pela própria paciente.
A arrecadação pretende custear o procedimento cirúrgico, que também permitirá investigar a lesão identificada nos exames e avaliar se está relacionada ao câncer anterior.
Pessoas que enfrentam dificuldades semelhantes podem criar uma Vakinha para custear uma cirurgia oncológica, reunindo apoio de amigos, familiares e outras pessoas.
Lu já enfrentou uma cirurgia e um diagnóstico de câncer. Agora, diante de uma nova suspeita e das complicações de saúde, espera conseguir os recursos necessários para continuar seu tratamento.
A solidariedade pode ajudá-la a superar a barreira financeira que existe entre a indicação médica e a realização do procedimento.
Se você puder contribuir, acesse a Vakinha de Lu e faça sua doação para a cirurgia. Cada contribuição pode ajudar a viabilizar essa etapa importante do tratamento.