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Histórias

Professora com câncer metastático precisa de ajuda para tratamento de R$ 60 mil por mês

23 out 2026
5 min
Equipe Vakinha
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Uma professora enfrenta um câncer metastático em estágio avançado, e sua família já precisou recorrer a empréstimos para comprar os medicamentos necessários ao tratamento. Valderes está com a doença disseminada pelo cérebro, pulmões e fígado, segundo o relato do filho, Luan Eduardo Gigliolli Bondan. Os remédios indicados custam aproximadamente R$ 60 mil por mês, valor que os familiares não conseguem continuar pagando sozinhos. Para tentar evitar novas dificuldades no acesso ao tratamento, Luan criou uma Vakinha para ajudar a professora Valderes.

A arrecadação tem meta de R$ 180 mil, quantia suficiente para aproximadamente três meses de medicamentos, conforme a estimativa apresentada pela família.

Câncer metastático atinge cérebro, pulmões e fígado

Valderes é professora e enfrenta um diagnóstico de câncer em estágio avançado.

Segundo Luan, a doença já se espalhou por diferentes órgãos, incluindo cérebro, pulmões e fígado.

O câncer metastático ocorre quando células cancerígenas se disseminam para outras regiões do organismo, formando novos focos da doença. O tratamento depende de fatores como o tipo de tumor, sua extensão e as condições clínicas de cada paciente.

No caso de Valderes, o filho relata que os médicos indicaram medicamentos específicos e de uso contínuo para tentar controlar a doença.

A campanha não informa onde o câncer começou, quais medicamentos foram prescritos nem há quanto tempo a professora recebeu o diagnóstico.

A principal preocupação apresentada pela família é conseguir manter o acesso aos remédios necessários ao acompanhamento oncológico.

Família já fez empréstimos para comprar medicamentos

O custo do tratamento se tornou um dos maiores obstáculos enfrentados pelos familiares.

De acordo com Luan, os medicamentos indicados para Valderes custam aproximadamente R$ 60 mil por mês.

Diante da necessidade de iniciar e manter os cuidados, a família recorreu a empréstimos para conseguir comprar os remédios.

Entretanto, os gastos se tornaram altos demais para serem sustentados apenas com recursos próprios.

Além das dificuldades financeiras, Luan afirma que a família está tentando conseguir o fornecimento dos medicamentos pela Justiça.

Segundo ele, o processo já enfrentou negativas e avança lentamente, enquanto a necessidade de tratamento permanece.

“Infelizmente, o câncer não espera, e o tempo que temos é precioso”, escreveu o filho na descrição da campanha.

A arrecadação não detalha as decisões judiciais nem identifica os medicamentos envolvidos. Por isso, não é possível afirmar que o fornecimento tenha sido definitivamente negado.

Tratamento custa cerca de R$ 60 mil por mês

O alto custo dos medicamentos explica o valor solicitado na campanha.

Com despesas estimadas em R$ 60 mil mensais, três meses de tratamento representam aproximadamente R$ 180 mil.

Essa é a quantia que a família decidiu estabelecer como meta inicial da Vakinha para o tratamento contra o câncer de Valderes.

O valor não corresponde ao custo total de todos os cuidados futuros. Segundo Luan, os medicamentos são de uso contínuo, e a família poderá precisar de recursos adicionais caso não consiga o fornecimento pela Justiça.

A expectativa dos familiares é reunir apoio financeiro enquanto procuram uma solução para garantir o acesso aos remédios prescritos.

Embora o tratamento tenha como objetivo controlar a doença, seus resultados dependem da avaliação médica e da resposta individual da paciente.

Para que serve a Vakinha da professora com câncer metastático?

A campanha “Ajude a professora Valderes na luta contra o câncer” foi criada em 22 de outubro de 2026 por seu filho, Luan Eduardo Gigliolli Bondan.

Cadastrada em Maringá, no Paraná, a arrecadação busca R$ 180 mil para ajudar a pagar aproximadamente três meses de medicamentos oncológicos.

Segundo a família, os recursos serão destinados à continuidade do tratamento contra o câncer metastático, que já atingiu diferentes órgãos.

A Vakinha foi criada porque os familiares não conseguem mais custear os remédios por conta própria e ainda enfrentam dificuldades para obtê-los judicialmente.

A página oficial reúne o relato escrito por Luan e as informações da mobilização, permitindo que os interessados conheçam a necessidade apresentada antes de contribuir.

Filho pede solidariedade para continuar tratamento da mãe

Na mensagem publicada na campanha, Luan compartilha a preocupação com a saúde de Valderes e o peso financeiro do tratamento.

A família já mobilizou os recursos que conseguiu, inclusive por meio de empréstimos, mas relata que isso não é suficiente para manter os medicamentos.

O filho espera que a solidariedade ajude a enfrentar esse período enquanto busca o fornecimento do tratamento.

Além das contribuições financeiras, ele pede que a história seja compartilhada para alcançar mais pessoas.

A mobilização procura dar à família condições de seguir com os cuidados indicados sem depender exclusivamente de novos empréstimos.

Como ajudar a professora Valderes?

Quem deseja apoiar a professora pode acessar a página oficial da arrecadação e realizar uma doação no valor que estiver ao seu alcance.

Compartilhar a campanha com amigos, familiares e nas redes sociais também ajuda a ampliar seu alcance.

Valderes enfrenta uma doença grave, enquanto seu filho procura alternativas para manter o acesso aos medicamentos prescritos. As contribuições podem ajudar a custear parte dessas despesas durante a busca por uma solução judicial.

Para participar da mobilização, basta acessar a Vakinha da professora Valderes e realizar uma doação.

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