
Uma professora enfrenta um câncer metastático em estágio avançado, e sua família já precisou recorrer a empréstimos para comprar os medicamentos necessários ao tratamento. Valderes está com a doença disseminada pelo cérebro, pulmões e fígado, segundo o relato do filho, Luan Eduardo Gigliolli Bondan. Os remédios indicados custam aproximadamente R$ 60 mil por mês, valor que os familiares não conseguem continuar pagando sozinhos. Para tentar evitar novas dificuldades no acesso ao tratamento, Luan criou uma Vakinha para ajudar a professora Valderes.
A arrecadação tem meta de R$ 180 mil, quantia suficiente para aproximadamente três meses de medicamentos, conforme a estimativa apresentada pela família.
Valderes é professora e enfrenta um diagnóstico de câncer em estágio avançado.
Segundo Luan, a doença já se espalhou por diferentes órgãos, incluindo cérebro, pulmões e fígado.
O câncer metastático ocorre quando células cancerígenas se disseminam para outras regiões do organismo, formando novos focos da doença. O tratamento depende de fatores como o tipo de tumor, sua extensão e as condições clínicas de cada paciente.
No caso de Valderes, o filho relata que os médicos indicaram medicamentos específicos e de uso contínuo para tentar controlar a doença.
A campanha não informa onde o câncer começou, quais medicamentos foram prescritos nem há quanto tempo a professora recebeu o diagnóstico.
A principal preocupação apresentada pela família é conseguir manter o acesso aos remédios necessários ao acompanhamento oncológico.
O custo do tratamento se tornou um dos maiores obstáculos enfrentados pelos familiares.
De acordo com Luan, os medicamentos indicados para Valderes custam aproximadamente R$ 60 mil por mês.
Diante da necessidade de iniciar e manter os cuidados, a família recorreu a empréstimos para conseguir comprar os remédios.
Entretanto, os gastos se tornaram altos demais para serem sustentados apenas com recursos próprios.
Além das dificuldades financeiras, Luan afirma que a família está tentando conseguir o fornecimento dos medicamentos pela Justiça.
Segundo ele, o processo já enfrentou negativas e avança lentamente, enquanto a necessidade de tratamento permanece.
“Infelizmente, o câncer não espera, e o tempo que temos é precioso”, escreveu o filho na descrição da campanha.
A arrecadação não detalha as decisões judiciais nem identifica os medicamentos envolvidos. Por isso, não é possível afirmar que o fornecimento tenha sido definitivamente negado.
O alto custo dos medicamentos explica o valor solicitado na campanha.
Com despesas estimadas em R$ 60 mil mensais, três meses de tratamento representam aproximadamente R$ 180 mil.
Essa é a quantia que a família decidiu estabelecer como meta inicial da Vakinha para o tratamento contra o câncer de Valderes.
O valor não corresponde ao custo total de todos os cuidados futuros. Segundo Luan, os medicamentos são de uso contínuo, e a família poderá precisar de recursos adicionais caso não consiga o fornecimento pela Justiça.
A expectativa dos familiares é reunir apoio financeiro enquanto procuram uma solução para garantir o acesso aos remédios prescritos.
Embora o tratamento tenha como objetivo controlar a doença, seus resultados dependem da avaliação médica e da resposta individual da paciente.
A campanha “Ajude a professora Valderes na luta contra o câncer” foi criada em 22 de outubro de 2026 por seu filho, Luan Eduardo Gigliolli Bondan.
Cadastrada em Maringá, no Paraná, a arrecadação busca R$ 180 mil para ajudar a pagar aproximadamente três meses de medicamentos oncológicos.
Segundo a família, os recursos serão destinados à continuidade do tratamento contra o câncer metastático, que já atingiu diferentes órgãos.
A Vakinha foi criada porque os familiares não conseguem mais custear os remédios por conta própria e ainda enfrentam dificuldades para obtê-los judicialmente.
A página oficial reúne o relato escrito por Luan e as informações da mobilização, permitindo que os interessados conheçam a necessidade apresentada antes de contribuir.
Na mensagem publicada na campanha, Luan compartilha a preocupação com a saúde de Valderes e o peso financeiro do tratamento.
A família já mobilizou os recursos que conseguiu, inclusive por meio de empréstimos, mas relata que isso não é suficiente para manter os medicamentos.
O filho espera que a solidariedade ajude a enfrentar esse período enquanto busca o fornecimento do tratamento.
Além das contribuições financeiras, ele pede que a história seja compartilhada para alcançar mais pessoas.
A mobilização procura dar à família condições de seguir com os cuidados indicados sem depender exclusivamente de novos empréstimos.
Quem deseja apoiar a professora pode acessar a página oficial da arrecadação e realizar uma doação no valor que estiver ao seu alcance.
Compartilhar a campanha com amigos, familiares e nas redes sociais também ajuda a ampliar seu alcance.
Valderes enfrenta uma doença grave, enquanto seu filho procura alternativas para manter o acesso aos medicamentos prescritos. As contribuições podem ajudar a custear parte dessas despesas durante a busca por uma solução judicial.
Para participar da mobilização, basta acessar a Vakinha da professora Valderes e realizar uma doação.