
Sony José Souza, de 53 anos, é motorista, marido, pai e avô. Em 2026, descobriu um câncer de pâncreas. Depois de cinco ciclos de quimioterapia e de ouvir no hospital público que a cirurgia não era viável naquela fase, recebeu uma nova avaliação em Lisboa: a operação é possível. O que falta agora é pagar por ela.
A filha, Tainan Oliveira Souza, criou uma Vakinha para custear a cirurgia, e mais de 120 pessoas já contribuíram. Qualquer valor ajuda a apoiar a cirurgia de Sony.
O diagnóstico foi de adenocarcinoma do pâncreas. Desde então, a rotina da família passou a girar em torno de exames, consultas e quimioterapia. Mesmo depois de cinco ciclos, a doença avançou, e o quadro ficou mais delicado.
A família não parou de procurar alternativas. Na Fundação Champalimaud, em Lisboa, especialistas propuseram uma duodenopancreatectomia, a cirurgia de Whipple.
“Por trás deste diagnóstico existe um homem com uma história, uma família que o ama e muitos sonhos que ainda deseja realizar”, escreve Tainan.
O orçamento da Fundação Champalimaud é de 21.053,75 euros, com previsão de dez dias de internação. A meta da Vakinha, de R$ 150 mil, cobre a cirurgia, os exames e possíveis despesas médicas extras. Como todo orçamento médico, o valor pode mudar à medida que o tratamento avançar.
Tainan administra os valores arrecadados e reuniu o relatório médico e o orçamento da cirurgia para mostrar aos apoiadores.
A campanha aceita doações do Brasil, de Portugal e de qualquer outro país. Dá para contribuir pela página de contribuição da Vakinha de Sony e acompanhar as novidades na página da campanha. Quem não puder doar ajuda ao compartilhar a história.
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É o nome popular da duodenopancreatectomia. A operação retira a cabeça do pâncreas, o duodeno e estruturas próximas, e é indicada em alguns casos de tumor no pâncreas.
Sim. A Vakinha de Sony aceita doações de qualquer país, pelos meios de pagamento da plataforma.
Doe pela página oficial da campanha, no site ou no app do Vakinha. Na dúvida, confira o endereço na verificação de links.