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Histórias

Mãe de dois filhos, Bianca busca R$ 800 mil para tratar câncer raro e agressivo

07 abr 2026
3 min
Equipe Vakinha
Bianca com câncer raro e os filhos
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Bianca Tinoco, 44 anos, mede o tempo de um jeito diferente desde que recebeu o diagnóstico de um câncer raro e agressivo.

Mãe de dois filhos, ela agora corre contra o avanço da doença e contra o custo do único tratamento possível: um medicamento que pode ultrapassar R$ 60 mil a cada ciclo.

Um diagnóstico que muda o ritmo da vida

Há cerca de um ano, Bianca descobriu um câncer de mama do tipo metaplásico triplo-negativo, já com metástase no pulmão.

Trata-se de uma variação rara e conhecida pela agressividade.

Desde então, o tempo deixou de ser rotina e passou a ser urgência.

Quando as tentativas não interrompem a doença

O tratamento começou imediatamente.

Bianca passou por cirurgia para retirada do tumor e iniciou a quimioterapia.

Mas, ainda durante o processo, veio a recidiva.

Precoce.

Vieram então novos protocolos. Ao todo, três linhas diferentes de quimioterapia.

Nenhuma conseguiu conter o avanço do câncer.

A doença seguiu ativa. Crescendo.

A única alternativa possível

Diante desse cenário, uma nova indicação surgiu: o medicamento Trodelvy (Sacituzumabe Govitecana).

Hoje, é a principal chance de controle da doença, mas também representa um novo obstáculo.

O custo do tempo

O tratamento não é disponibilizado pelo SUS e cada caixa do medicamento custa cerca de R$ 15 mil.

Além disso, o protocolo exige quatro caixas a cada 21 dias. Ou seja, isso significa um custo que ultrapassa R$ 60 mil por ciclo, um valor impossível de ser mantido pela família.

Sem alternativas viáveis no sistema público e diante da progressão da doença, Bianca decidiu pedir ajuda.

Criou uma vaquinha com a meta de R$ 800 mil, valor necessário para iniciar e sustentar o tratamento.

Uma luta que também é pelos filhos

Mais do que enfrentar a doença, Bianca tenta preservar algo essencial: o tempo ao lado dos filhos.

A maternidade, nesse contexto, deixa de ser apenas parte da vida.

E passa a ser motivo de permanência.

“Obrigada por lutar comigo”

O pedido vem de forma direta.

Sem rodeios.

“Qualquer valor pode salvar minha vida. Mesmo que você não possa doar, compartilhe.”

Quando o coletivo vira caminho

A história de Bianca se soma a tantas outras em que o acesso ao tratamento depende de mobilização.

E, nesses casos, o coletivo deixa de ser só apoio e passa a ser caminho.

A vaquinha atingiu 10% da meta e você pode doar qualquer valor e ajudar a Bianca a ver seus filhos crescerem.

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