
Aos 7 anos, Kauã passou por uma sequência de crises que mudou completamente sua rotina. Desde então, o menino está acamado e depende da mãe para realizar atividades do dia a dia. Agora, a família busca recursos para que ele possa fazer um tratamento intensivo de fisioterapia e tenha a chance de voltar a andar.
A rotina, porém, envolve dificuldades que vão além do tratamento. A família mora de aluguel em uma casa sem adaptação para as necessidades de Kauã. O banheiro, por exemplo, é tão pequeno que a cadeira de rodas não consegue entrar. Para tomar banho, o menino precisa ficar do lado de fora.
A mãe também enfrenta problemas de saúde e tem dificuldades para cuidar do filho sozinha.
Antes das crises, Kauã tinha outra rotina. Aos 7 anos, porém, sua condição mudou e ele passou a ficar acamado.
Desde então, tarefas que fazem parte do cotidiano de qualquer criança passaram a depender da ajuda da mãe. Alimentação, higiene, locomoção e outros cuidados precisam ser acompanhados por ela.
Para a família, a fisioterapia intensiva pode abrir uma nova possibilidade: trabalhar para recuperar movimentos e buscar a chance de que Kauã volte a andar.
O tratamento, no entanto, exige acompanhamento especializado e uma rotina contínua de fisioterapia, algo que a família não consegue custear sozinha.
Enquanto busca condições para iniciar o tratamento, a família também enfrenta um problema básico: a própria casa.
Como o banheiro não comporta a cadeira de rodas, Kauã precisa tomar banho do lado de fora. A falta de acessibilidade transforma uma atividade simples em mais uma dificuldade diária para o menino e para a mãe.
Por isso, além dos custos com o tratamento, a família também busca recursos para conseguir uma casa adaptada, onde Kauã possa se movimentar com mais segurança e realizar os cuidados básicos com mais privacidade.
Em um vídeo de divulgação da campanha, a mãe fala sobre a dificuldade de ver o filho acamado e não conseguir oferecer a assistência que gostaria.
“Meu filho é muito importante pra mim, é minha vida.”
Ela também relata que tem dificuldades para buscar especialistas e oferecer ao menino o acompanhamento necessário.
A história chegou até Will da Bondade, que decidiu apadrinhar a vaquinha e ajudar na divulgação da campanha. Em seu vídeo, ele pede que as pessoas conheçam a história de Kauã e contribuam com qualquer valor.
“Essa mãe está desesperada, tentando ajudar o próprio filho”, afirma Will no vídeo.
A campanha busca justamente reunir recursos para o tratamento intensivo, as sessões de fisioterapia e a construção de uma estrutura de moradia mais adequada às necessidades do menino.
Para Kauã, o próximo passo é conseguir acesso ao tratamento. Para a mãe, é ter condições de cuidar do filho com a segurança que hoje a casa e a situação financeira da família não permitem.
A vaquinha está aberta para quem puder contribuir ou compartilhar a história.