
Sou Mirella e recentemente descobri um tumor após sofrer uma fratura patológica na coluna — um tipo de fratura que ocorre sem trauma. Apesar de já ter passado por diversos exames, incluindo biópsia e imunohistoquímica, ainda não foi possível identificar o tipo tumoral.
Meu caso é considerado raro pelos médicos, pois as células encontradas não correspondem a nenhum marcador tumoral conhecido. Por isso, ainda não há como determinar o comportamento dessas células nem fechar um diagnóstico para que eu possa me tratar, o que aumenta a preocupação com a possível evolução dessas células diante da agressividade de já ter fraturado um osso.
Após 44 dias de internação e uma série de procedimentos investigativos, finalmente realizei a cirurgia de estabilização da coluna. Atualmente, sigo em pós-operatório, enquanto continuo em investigação para definir a natureza do tumor, que pode ou não ser cancerígeno.
Foi realizado uma reunião nacional de oncologistas, definindo que preciso realizar um exame genético que talvez traga respostas sobre o que tenho, chamado Foundation Heme (sequenciamento genético de DNA e RNA para pacientes com malignidades hematológicas e tumores sólidos), porém o custo do exame foge do comum, pois ele é desenvolvido pela marca Roche e realizado nos Estados Unidos.
Essa vaquinha é para que eu possa realizar o exame, continuar meu tratamento com a esperança de cura e poder viver uma vida longa ao lado da minha família e amigos.
Hoje me encontro nessa situação, mas não quero me resumir a isso!