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UNIDOS POR FRANCISCO

ID da vaquinha: 281977
UNIDOS POR FRANCISCO
Maria Helena
Cuité / PB
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Francisco Alexandre, 56 anos, nasceu em Araripina-PE, mas cresceu e fez família em Cuité-PB, cidade onde ocorreu o fato. Ele era pedreiro e pintor autônomo, mas no dia do acidente trabalhava pela prefeitura pintando a fachada do Hospital Municipal informalmente. 

 

DO OCORRIDO

No dia 24/10/2017 chovia fininho, o que não impediu do Sr. Francisco realizar seu trabalho diário. Ele pintava a fachada no alto do prédio o qual está instalado o Hospital Municipal de Cuité, e por falta de equipamentos necessários usava um rolo de pintura que tinha cabo de metal (onde devia ser de algum material isolante), e também não estava equipado com equipamentos de proteção individual (EPI), circunstâncias essas que agravaram a situação. O cabo passou próximo a rede elétrica e em fração de segundo o puxou, como um ímã atrai o metal rapidamente, e ele recebeu uma descarga elétrica de aproximadamente 13.000 volts por segundos e por isso a gravidade dos ferimentos foi tamanha. No hospital, Francisco relatou a familiares que durante o choque ele não tinha forças para gritar ou mesmo se soltar, mas conseguiu ver tudo enquanto seu corpo pegava fogo, inclusive ver e ouvir o desespero das pessoas que passavam pelo local e presenciaram a forte cena. Uma dessas pessoas pôde registrar em vídeo uma parte do acidente, que circulou na imprensa local e internet causando comoção nas pessoas, pela gravidade e até mesmo pelo sentimento de impotência em ninguém poder ajudar a parar aquilo.

DO ATENDIMENTO

Milagrosamente Francisco se soltou do cabo, por alguns segundos ficou desnorteado e seu corpo se curvou para a frente, o que faria com que ele despencasse de uma altura correspondente a de dois andares, mas como se Deus o tivesse puxado pela camisa ele acabou caindo para o próprio telhado onde estava. Logo os populares acionaram o SAMU que prontamente foi ao local e apesar da dificuldade de acesso ao alto do prédio e retirada do Sr. Francisco conseguiram prestar um atendimento de excelência que colaborou bastante para salvar a sua vida. Como a cidade de Cuité não tem um hospital referência para tratamento deste tipo, de imediato ele foi levado para o hospital de traumas em Campina Grande (segunda maior cidade da Paraíba), onde ficou internado.

 

NO HOSPITAL

Assim que chegou ao hospital seus rins estavam falhando e a preocupação dos médicos também era com coração e pulmões que poderiam parar repentinamente de funcionar devido a intensidade do choque. Passou por hemodiálises e diversas transfusões de sangue, na qual várias pessoas ajudaram com doações, e após uma semana os resultados positivos já começaram a aparecer, então os médicos descartaram a possibilidade de falência renal. Realizou 6 cirurgias de 7 que os médicos previam, isso porque o seu último membro que restou não tinha circulação sanguínea e também seria amputado, mas com a fé, perseverança e força de vontade que teve, conseguiu convencer uma médica a lutar pelo seu último pé, para que algum dia pudesse voltar a andar com mais facilidade. O objetivo de salvar este último membro foi alcançado com a volta da circulação de sangue. Além de tudo isso, várias raspagens e limpezas foram feitas para que a infecção nas feridas não se espalhasse e por último um enxerto no pé que estava muito queimado para ajudar na sua cicatrização.

DA ALTA

Após 46 dias de internação foi liberado pela equipe médica para concluir sua recuperação em casa e agilizar o seu processo de adaptação. Algo que seria bem difícil se permanecesse hospitalizado. Recebeu doações de materiais e alguns equipamentos necessários para sua nova rotina e ainda hoje troca curativos de feridas que estão quase fechando.

 

DO SONHO

Alguns dias ele acorda assustado como se tivesse tido um pesadelo, e quando questionado a respeito, fala que sonhou bebendo um copo com água, ou se arrumando para ir para uma festa. É de partir o coração, porque coisas que consideramos tão simples em nossa rotina, como até mesmo coçar seu rosto, hoje precisam ser feitas para ele através de outra pessoa. E quando perguntado sobre o que o deixaria mais feliz ele diz, com lágrimas no rosto, que gostaria de voltar a ser normal novamente, poder comer sozinho, beber água ou mesmo passear pela rua.

Nós da família fizemos inúmeros orçamentos para próteses biônicas e sabemos que não é barato, pois não tem fabricação no nosso pais, precisando ser importadas. O orçamento mais em conta foi da empresa Conforpés, tecnologia biônica. Segue abaixo os valores discriminados:

Juntos podemos ajudar a alcançar esse objetivo para darmos nova vida ao Sr. Francisco. Ajudem com o quanto puderem e por favor compartilhem com familiares e amigos para que o máximo de pessoas possam ver e ajudar também. Sou Maria Helena, filha mais nova de Francisco e um dos meus maiores objetivos é poder ver meu pai andar e ter uma vida mais normal de novo.

 

CONTATO:

(84) 99652-2144 / WhatsApp ✔️

mariahelenaale@hotmail.com

 

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