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Saúde para Olga

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Olá! Meu nome é Olga, e essa foto traduz o que quero recuperar: Saúde!! Ela foi tirada num momento feliz, em 2012, quando eu ainda não apresentava os problemas de saúde que enfrento hoje, em março de 2016. Tudo começou no verão de 2013, quando comecei a sentir fortes dores nos ombros, que atribuí ao peso da bolsa, normalmente contendo agenda, livros e cadernos. Porém, ao longo do tempo, nos anos que se seguiram até o presente, passei a sofrer de dores também nos pés e nas mãos, sendo que nos pés, mais severa e constantemente. Uma sensação estranha de que eu estava calçando um par de botas cheio de areia, o tempo todo, começava a me incomodar de verdade. Fui então a um fisioterapeuta muito experiente numa clínica social do meu bairro, e ele levantou a suspeita de uma fibromialgia, pelo fato de eu apresentar praticamente todos os sintomas. A fibromialgia é uma doença músculo-esquelética, de caráter degenerativo, que se diagnosticada a tempo, pode no mínimo estacionar seu desenvolvimento. Comecei então sessões de acupuntura, que infelizmente tive que abandoanr, já que mesmo em conta, numa clínica social, eu não podia mais pagar. Eu trabalho como freelancer em tradução e formatação de textos em geral, via internet. Meu sonho de montar um curso de roteiro e dramaturgia para cinema ficou frustrado, pois minha clientela do dia a dia foi minguando, e parceiros de projetos em curso estavam buscando outros rumos. Paralelamente, talvez até em consequência dessa possível doença que desenvolvi, comecei a levar tombos, tanto em casa quanto na rua. Isso passou a prejudicar minha coluna, culminando com um tombo mais sério no final de 2015, quando escorreguei numa escada molhada e machuquei o cóccix (base da coluna), além de ter agravado a questão dos pés. Essas dores, combinadas, são intensas, sem trégua e muito desgastantes. Sem plano de saúde, e ao mesmo tempo sem um trabalho mais constante, comecei a me medicar por conta própria, o que foi um erro cometido pela urgência de, ao menos, minimizar as dores. Na verdade, esses fármacos passaram a mascarar o agravamento desses problemas ligados à possível fibromialgia e às sequelas evidentes que minha coluna acumulava, agora não mais sorrateiramente. Parei com os remédios, e percebi que a situação era pior do que eu imaginava: minha condição motora e de locomoção ficaram restritas, e calçar um sapato qualquer e descer ou subir as escadas do meu prédio tornaram-se um desafio. Eu completei 58 anos em fevereiro desse ano, quando então me dei conta de duas coisas importantes: muito natural apresentar um desgaste físico pela idade; ao mesmo tempo, a consciência de que, mesmo tendo passado dos 55 anos, minha mente continua ativa e precisa de um corpo são para ser produtiva. A dor é uma coisa complicada, porque ela desgasta a gente física e emocionalmente, levando vez por outra a um estado depressivo. Decidi então tomar uma atitude madura e buscar ajuda junto a profissionais comprovadamente competentes, em boas clínicas e hospitais particulares. Naturalmente, isso tem um custo: uma consulta, hoje, com um bom ortopedista, por exemplo, pode variar de E$250,00 a R$500,00. Só que a coisa não pára por aí, e os exames de imagem (radiografias) são necessários para um diagnóstico conclusivo. Depois do diagnóstico, vêm os tratamentos básicos. Para tanto, estou pesquisando, de imediato, os médicos de confiança de amigos e parentes, disposta a seguir suas orientações, submetendo-me aos exames e tratamentos que se fizerem necessários. Melhorando minha condição física, melhora também minha condição psíquica; afinal, "mens sana in corpore sano" é um axioma tão antigo quanto verdadeiro. Recuperando satisfatoriamente minha mobilidade e aplacando as dores que realmente me tiram do eixo, pretendo inclusive estudar e praticar métodos de cura que eu possa aplicar em mim e no meu semelhante. Por ora, jogar Tarot ainda é possível, contando com a boa vontade de pessoas que me cedem espaço para tal, bem perto de onde moro. Acontece que essa atividade, derivada de um dos meus talentos natos, não gera recursos suficientes para eu sequer começar minha caminhada rumo a uma recuperação minimamente desejada do quadro de saúde que apresento hoje. Por isso estou aqui, pedindo sua compreensão e ajuda via Vakinha. Comprometo-me, ao longo do processo, a apresentar as notas e recibos com os valores dispendidos, além de postar imagens que comprovem o devido uso desses recursos. Encerro agora citando Guimarães Rosa, um dos maiores autores da literatura brasielira: "À saúde, à água de boa qualidade e à liberdade, a gente só dá valor quando perde." - in "Grande Sertão - Veredas". Muito obrigada por me lerem. Desejo a todos muita Saúde, na certeza de voltar a brindar à Ela junto com todos vocês!!
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