S.O.S PERÚ

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Amazonense busca recursos para missão no Perú Incentivado pela mãe, o missionário, Rodrigo Sobreira, 20, começou, há 4 anos, viajar por municípios do Estado em busca de rotas alternativas para auxiliar os ribeirinhos em suas necessidades primárias. Nas andanças pelo interior do Amazonas, o jovem se impactou com uma tribo indígena nas proximidades de Autazes: os Muras. A partir daí passou a desenvolver um trabalho específico com os moradores de Muritinga (cerca de 600 famílias, na maioria crianças). Ele intermediou os atendimentos sociais e cuidados médicos à comunidade. O missionário, porém, sentiu a necessidade de aprimorar seus conhecimentos já vislumbrando várias oportunidades lá na frente. Submeteu suas habiliades e conseguiu, após cinco etapas, ingressar no Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono (CTM-DT), em Belo Horizonte/MG. O aprendiz ficou, por mais de um ano, em regime de internato com aulas das 8h e, algumas vezes, até 2h da madrugada. Finalizou o curso em dezembro do ano passado, porém, um detalhe incomodava o seminarista: fazer o módulo prático com referências indígenas e que que pudesse abraçar as comunidades ribeirinhas. O resultado dos locais oferecidos para a complementação do curso não havia disponibilidade para a Amazônia. Dentro do território nacional as vagas eram apenas para o Sertão Nordestino, e alguns países da América do Sul, como Argentina e Perú. A opção escolhida por Rodrigo Campos, o Perú, apresenta realidades diferentes "contudo, vou trabalhar no país andino justamente com as comunidades que são a minha praia: os indígenas. Nessa fase, o seminarista constatou o que o bom senso já era capaz de supor: onde encontrar uma porta aberta para captação de recursos financeiros que permitam a continuação do curso de missões transculturais. Família, igrejas e amigos estão mobilizados para angariar finanças como um gesto de solidariedade. "Sei que o quadro em que está posto na parede da economia escassa brasileira traz à cena tempos de redução de custos, o que não se deve aplicar ao desenvolvimento intelectual e a promoção do conhecimento", reintera Rodrigo Sobreira.
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