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O TEATRO E O CINEMA COMO COLISORES DE MUNDOS NO ANTROPOCENO

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O TEATRO E O CINEMA COMO COLISORES DE MUNDOS NO ANTROPOCENO
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Produzir em estado de crise planetária: um estado de afetação contaminado por provocações que surgem a partir de reflexões acerca do conceito de Antropoceno, Terranos, Gaia, Apocalipse e Catástrofe. Refletir a morte e a finitude como um disparo para a produção em arte. Investigar a cosmopolítica de Bruno Latour para adentrar na colisão de mundos como uma maneira de pensar/fazer o teatro e o cinema como disparadores de um choque entre mundos.

Busca-se nesse processo de investigação ramificações no teatro e no cinema como desdobramentos de uma pesquisa que opera como uma base de onde podem derivar vários outros processos artísticos. Escolho duas formas de lidar artisticamente com a pesquisa atualmente para experimentar as discussões que surgem na catástrofe e como elas desembocam em duas linguagens diferentes. Cada uma com suas especificidades, mas também no que há entre cada uma delas. Teatro e cinema formando um híbrido que se retroalimenta.

            Dessa maneira, a pesquisa aqui se propõe a ser um eixo que ofereça base para apoiar processos criativos que surgem como multiplicidades nas formas de expressar artisticamente as discussões acerca do Antropoceno.

            Surgem algumas questões das quais parto para começar a pensar esses desdobramentos:             - Como realizar obras de arte que deem a ver as discussões em torno da iminência do fim do planeta? De que maneira posso me colocar no lugar de realizar uma obra de arte ecopolítica?

            - Como experimentar essas inquietações em linguagens diferenciadas, mas ainda assim não vendo essas linguagens como áreas isoladas, mas possíveis de contaminação entre elas? 

Desejo com essa pesquisa me aproximar dos pequenos agricultores, dos índios, dos canavieiros, dos conhecedores de plantas medicinais, das rezadeiras, dos movimentos de defesa do clima como o Ceará no Clima e o Movimento Ceará Agroecológico, da Permacultura, do xamanismo, da bruxaria, dos transes, dos artefatos civilizatórios construídos na cidade de Fortaleza que barram nossos ventos e dos movimentos undergrounds que habitam a cidade como forma de resistência ao sistema ou ainda como performance de suporte ao Antropoceno vendo a margem como um caminho.

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