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Homo habitats

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Homo habitats
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Thumb homohabitats

Essa Vaquinha tem a finalidade de arrecadar a quantia necessária para viabilizar a  nossa ida à Republica Tcheca com o projeto Homo habitats. Este projeto criado por aprendizes de cenografia da SP Escola de Teatro foi um dos selecionados para representar o Brasil na Mostra de Estudantes de cenografia na Quadrienal de Praga: Espaço e Design Cênico 2015. 

Inicialmente a viagem dos alunos seria viabilizada com verbas públicas destinadas ao incentivo cultural, porém com a redução e corte dessas verbas a instituição não pode cumprir com essa demanda, impossibilitando nossa ida ao evento para acompanhar o projeto.

Assim, tentando reverter essa situação, viemos pedir a contribuição dos amigos, familiares, e dos interessados em apoiar projetos culturais como Homo habitats que apesar de ter o seu valor reconhecido em um evento internacional não encontrou até o momento o apoio necessário para o seu desenvolvimento.

O  projeto Homo habitats se apresenta como um 'livro objeto', trazendo em toda sua construção material e conceitual a expressão da urgência de pensarmos as questões habitacionais na cidade de São Paulo. Como o primeiro passo de um projeto cenográfico, o livro é composto de estudos de campo, croquis, miniaturas e contextualizações conceituais e estará exposto na Quadrienal de Praga de 2015. https://www.youtube.com/watch?v=OIy3XqOYAQg

Contamos com a colaborações de todos vocês! Colaborar com o nosso projeto resultará  em contrapartida  para  as doações a partir de R$80,00 em uma camiseta do projeto Homo habitats.

Thumb camiseta homo habitats

HOMO HABITATS |

O projeto Homo habitats surge da urgente necessidade de pensar as questões de habitação na maior metrópole da América do Sul. O déficit habitacional, a especulação imobiliária, o crescente número de movimentos de ocupação, combinados a redução e padronização dos espaços de habitação, suscitam  reflexões  sobre  a relação entre  moradia e corporeidade,  e sobre como a opressão ocasionada por esses fatores  reverbera  em nossa individualidade.  Pensando em nosso próprio corpo como habitação primordial, medida de todas as coisas, chegamos a um  conceito disparador  que explana essa identificação imediata que o homem faz com o mundo ao seu redor, a  pareidolia (do grego  para, junto ou ao lado de, e eidolon, figura ou  forma), um fenômeno psicológico, parte integrante  da cognição humana que reconhece  em estímulos vagos e padrões aleatórios, formas conhecidas e significações. Foi  nas fachadas das casas e prédios, remanescentes de outros tempos arquitetônicos, que percebemos, sob o véu ilusório da pareidolia, expressões humanas,  aglomerados de olhos, narizes e bocas que clamavam reconhecimento, buscando por entre os grandiosos  e lucrativos empreendimentos imobiliários, o seu espaço. Nessa realidade polifônica da cidade de São Paulo ergue-se o grande colosso Homo habitats, uma instalação grandiosa, composta de edificações modulares, agregadas antropomorficamente, produzem uma visualidade ruidosa, contrapondo-se ao cotidiano habitual dos que circulam e chocando-se com o aspecto artificial de aço e concreto que se verticaliza pela cidade. Meio casa-meio humana, a aparência dessa grande instalação por si só já é significativa como resposta estética e conceitual  às tensões que observamos na cidade de São Paulo, porém fomos além, suas entranhas ganharão vida,  o Homo habitats será ocupado estética e conceitualmente pelas pessoas da cidade.

A Instalação |

A Instalação será construída em estrutura metálica e de madeira, com revestimento cenográfico que imita texturas e acabamentos de casas antigas e superfícies desgastadas pelo tempo. Edificada em formato que remete à figura humana, seu volume está organizado em cabeça, tronco, braços e pernas. Quatro componentes que funcionam como módulos independentes e, ao mesmo tempo, conectados entre si. Em pé, esta imensa figura alcançaria a altura de 15 metros. Esta configuração compartimentada somada ao recurso de encaixe e desencaixe de cada uma de suas peças, permitirá o efeito de modificação de sua posição. O público espectador poderá contemplá-la não apenas observando-a, mas será também possível adentrar ao seu interior e percorrer seus diferentes espaços. O seu espaço interno estará condicionado à forma que assuma o Homo habitats, ou seja, modificando-se a postura de sentado para deitado, por exemplo, modifica-se o trajeto a ser percorrido pelo visitante. Dentro deste espaço interno, as temáticas da habitação na cidade, pareidolia, antropometria e as reverberações na corporeidade ganharão vida com a ocupação do edifício com uma programação artística de exposições, instalações interativas, performances e peças de teatro

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