Estudo Ambiental Independente do Parque Nacional Marinho de Abro

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A lama liberada pelo rompimento das barragens seguirá o curso dos rios em seu caminho, causando impactos negativos enormes, tanto para as populações humanas que vivem às margens quanto para os ambientes por onde passa. A mortandade da fauna comprometerá a biodiversidade dos corpos de água e a regeneração destes ambientes será demorada, aumentando os efeitos do desastre.

Os impactos ambientais devem ser documentados com a maior isenção e precisão possíveis. Isto é de extrema importância para que decisões relacionadas ao evento sejam tomadas também de forma isenta, reais responsabilidades sejam apuradas, além de proporcionar condições para amenizar os danos causados e fornecer subsídios que ajudem a criar procedimentos que minimizem o risco de que o fato se repita em empreendimentos semelhantes.

Considerando que este é um dos maiores desastres ambientais sofrido pelo Brasil, envolvendo rios e as populações a sua volta, abrangendo vários municípios, que as posturas das instituições públicas são vagas e o poder econômico dos envolvidos, é de extrema importância que exista um relatório independente e isento, que possa ser utilizado nas ações decorrentes relacionadas aos efeitos do rompimento das barragens.

O texto Acima refere-se ao estudo dos danos na bacia do Rio Doce, que está sendo realizado por por iniciativa do Dr. Dante Pavan, sob a coordenação da Dra. Viviane Schuch e apoio de Dr. Denis Abessa, Dr. Fabio Comin, Dr. Renato Gaban Lima, Msc. Leandro João Carneiro de Lima Moraes, Dra. Rominy Stefani, Denise Soares e Dino Xavier Zammataro um grupo de pesquisadores que se mobilizou voluntariamente para realizar este levantamento.

Entretanto com a chegada dos efluentes deste rio no mar do Espírito Santo, as correntes marítimas tem grande chances de levar sedimentos e resíduos tóxicos para o maior polo de biodiversidade marinha do Atlântico Sul, o Parque Nacional marinho de Abrolhos.

Urge-se portanto, a necessidade da formação de uma equipe multidisciplinar, formada por biólogos, mergulhadores, gestores ambientais, químicos e oceanógrafos afim de prover acompanhamento deste eminente perigo a este importante ecossistema marinho.

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