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Clinica Veterinária Pública

ID da vaquinha: 105258
Clinica Veterinária Pública
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 A ideia é montar um espaço para que qualquer pessoa possa levar o seu cão ou gato para ser castrado por um valor mais em conta, e para receber tratamento de problemas simples. Um lugar para também prestar os primeiros socorros e intervenções cirúrgicas gratuitas aos inúmeros animais atropelados diariamente na capital. Pois temos voluntários, assim como médicos veterinários, porém não temos um espaço adequado com materiais especializados para os procedimentos. Também tem como objetivo fazer campanhas sobre a posse responsável, a importância da castração e sobre pequenos cuidados que se pode ter com os animais para evitar grandes problemas — como a vacinação e a vermifugação. Por isso pedimos aqui sua colaboração para a nossa Vakinha. Alto custo de tratamentos médicos, mudança de casa ou simples maldade. Esse é um problema que assola o Distrito Federal há anos. Agora, na época de férias, no entanto, é pior. Acredite: quando viajam, muitas pessoas jogam os animais na rua por não ter onde deixá-los.Maltratar animais, além de ser crime, é um problema sanitário. Mais do que isso, esses bichos domesticados não sabem viver sozinhos na natureza. Não conseguem arrumar comida sem ajuda humana nem se proteger. Estão vulneráveis. Expostos à possibilidade de serem atacados por outros animais e também por humanos. E como as pessoas podem ser cruéis. Há quem deixe o cão de estimação morrer em um buraco, quem jogue pedra em um cachorro machucado e quem amarre bombinha no rabo de um gato. Para ajudar esses animais, algumas pessoas dedicam a vida. Resgatam os bichinhos de situações tenebrosas, providenciam cuidados médicos, dão amor, conscientizam as pessoas sobre a importância de adotar animais abandonados. A luta parece não ter fim. Uma reclamação comum entre todos os administradores de abrigos é que as pessoas só ajudam na hora de resgatar os animais. Poucas põem a mão na massa para auxiliar na recuperação dos bichos, doar dinheiro ou ajudar no transporte dos feridos. Atitudes simples podem ajudar. Alguns cães e gatos precisam de lares temporários, pois não podem se misturar com outros animais enquanto estão em recuperação. Basta procurar um abrigo e descobrir as milhares de contribuições necessárias para mantê-lo em funcionamento. Para manter abrigos, oa responsáveis fazem eventos , organizam rifas, festas e feiras. E aproveitam para angariar mais voluntários para cuidar dos animais que vivem no abrigo. Qualquer ajuda é bem-vinda: seja com dinheiro para os suplementos básicos, seja com mão de obra. Gente que consiga fazer o transporte de animais machucados para as clínicas veterinárias; que tenha um lar para abrigar cães e gatos temporariamente; que ofereça uma casa segura para um cão que precisa seguir à risca um tratamento médico. "Além de ajuda nos resgates, precisamos de pessoas  todos os dias para dar amor a esses animais, que necessitam não só de medicamentos, mas também de atenção e carinho", conta Vanusa Rocha, presidente da SHB. Ao longo desses anos, ela já perdeu as contas de quantos voluntários entraram e saíram de lá. Mas sempre existe o sentimento de ter feito algo certo. Afinal, é incontável o número de animais que já resgataram e arrumaram um novo lar.Vamos mostrar alguns casos desses fofos que dependem  de nós.Breno FortesCBDAPressNome: MinhocaIdade: 2 anosEsperando um dono há: 1 anoPersonalidade: animado e agitado, gosta de espaço para correr, mas é um pouco desconfiado com crianças.História: entre todos os pedidos de resgate que o Augusto Abrigo já recebeu, um dos mais tristes é o do Minhoca. O cãozinho foi deixado em um ponto de ônibus no Recanto das Emas. Por ali ficou muito tempo. Caiu em um buraco e quebrou a coluna. Em vez de ajudá-lo, as pessoas jogavam pedra e lixo em cima dele. Principalmente as crianças que moram na região. Depois de denúncias, Minhoca foi levado ao veterinário por um voluntário do abrigo. As feridas que se espalharam pelo corpo foram tratadas. Mas os veterinários não conseguiram salvar as duas patas de trás, que tiveram que ser amputadas. Foi um ano de tratamento até ele ficar completamente curado. Os médicos tentaram colocar rodinhas para ajudar na locomoção, mas Minhoca nunca se adaptou. Ele gosta mesmo de correr pelo jardim com as duas patinhas, balançando o corpo, implicar com os outros cachorros e ser livre. O único problema do cãozinho é que ele tem trauma de crianças por conta das agressões que sofreu na parada de ônibus. A socialização dele com os pequenos é um pouco mais lenta, mas não impossível.Breno FortesCBDAPressNome: UbuntoIdade: 3 anosEsperando um dono há: 2 anosPersonalidade: tranquilo, protetor e amigo.História: antes de parar no abrigo, Ubunto era mecânico. Trabalhava em uma oficina. Sua missão era passear entre os carros que precisavam ser consertados e fazer companhia para os colegas de trabalho durante o dia. À noite, guardava o local quando todo mundo ia para casa. Era bem cuidado e feliz. Uma noite, quando estava sozinho de guarda, ladrões tentaram invadir e roubar o local de trabalho. Ele foi feroz, latiu, atacou e, eventualmente, espantou os intrusos, que saíram de mãos vazias. Mas, irritados com a valentia do pequeno Ubunto, os criminosos jogaram uma panela de óleo quente nele como vingança. Quando o dono da oficina chegou na manhã seguinte e viu o estado físico do animal — boa parte do corpo estava em carne viva —, sem dinheiro para o tratamento, jogou Ubunto na rua. Os vizinhos ficaram compelidos com a história e conseguiram levá-lo para o abrigo. Ele foi tratado, medicado e hoje é um cachorro saudável e esperto. Pronto para um novo lar.

Breno FortesCBDAPressNome: NegãoIdade: 1 anoEsperando um dono há: 3 mesesPersonalidade: gosta de atenção, adora um carinho e é muito ciumento.História:o labrador negro é novinho e foi comprado há poucos meses por um dono de uma chácara nos arredores de Brasília. Em um dia chuvoso, o cão resolveu desbravar o terreno. Caiu em um buraco profundo e quebrou a coluna. Apesar do esforço de tentar sair do local, não conseguiu por conta dos ferimentos severos que sofreu. Ele foi encontrado pelo dono no dia seguinte e, ao ver o estado de saúde do animal, resolveu deixá-lo no buraco para morrer. Não prestou socorro, não deu comida e muito menos ofereceu água. O cão ficou nesse estado por cinco dias até que foi encontrado pela filha do dono, que finalmente o resgatou. Sem condições de cuidar do animal, ela o levou ao abrigo, onde está há três meses em tratamento. Depois dos primeiros socorros e do cuidado dos ferimentos, agora ele está em fase de readaptação de postura após a fratura na medula. Negão faz sessões de acupuntura semanalmente e fisioterapia. Ainda não está 100%, mas tem respondido bem ao tratamento. Já fica em pé e está com a estrutura muscular cada vez mais forte. Logo vai receber uma estrutura de rodinhas para auxiliá-lo a se locomover mais facilmente e será colocado para adoção. Breno FortesCBDAPressNome: BombinhaIdade: IndefinidaEsperando um dono há: 9 mesesPersonalidade: dócil, quieto e extremamente amoroso.História:o gatinho rajado foi encontrado jogado em uma lata de lixo. Ele chegou às mãos dos voluntários do abrigo com o rabo e uma das patas traseiras bem machucados. Alguém amarrou bombinhas nessas regiões e explodiu. Depois, jogou o felino no lixo. Ninguém viu, ninguém sabe quem foi ou como exatamente aconteceu a violência. Ele foi encontrado lá quase morrendo. O bichinho ficou um mês internado tomando remédios e para que pudesse ser acompanhada a cicatrização das feridas. Apesar dos esforços, não conseguiram salvar por completo os membros feridos. Hoje, o Bombinha tem o rabo e uma perna amputados. Mas vive bem, independente e é completamente saudável.Contamos com sua colaboração e agradecemos.
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