
Há cerca de 60 dias, a vida da Nathalia mudou completamente. O que começou com pequenas lesões evoluiu rapidamente para uma doença rara, agressiva e extremamente dolorosa chamada Pioderma Gangrenoso.Hoje, ela convive com quatro feridas ulceradas profundas, localizadas na parte inferior do corpo. São lesões que causam dores intensas, dificuldade para andar, dormir, realizar curativos e até mesmo executar tarefas simples do dia a dia. Em poucos dias, o quadro se agravou de forma tão rápida que foi necessária internação hospitalar para tratamento com altas doses de corticoides na veia. Mesmo após a internação e o uso contínuo de medicamentos fortes, a doença continuou ativa e avançando. O médico responsável solicitou, com urgência, o uso do medicamento Infliximabe, um tratamento imunobiológico de alto custo, considerado essencial para impedir a progressão das lesões e evitar sequelas permanentes. Cada aplicação do medicamento custa aproximadamente R$ 23 mil, e o tratamento precisa ser contínuo, na fase de ataque serão necessária 8 doses, valor total de 184.000,00. A primeira dose só foi possível graças à ajuda dos familiares da Nathalia para não deixar ela desamparada. Felizmente, já houve melhora importante nas dores e no processo inflamatório, trazendo esperança em meio a tudo isso. Porém, a continuidade do tratamento é urgente. O SUS negou inicialmente o fornecimento da medicação alegando incompatibilidade do CID com o protocolo, mesmo diante da gravidade do caso. O processo está em análise judicial pela farmácia de alto custo, com prazo estimado de até 40 dias, um tempo que o quadro clínico dela talvez não possa esperar. Por isso, já estamos com advogada para solicitar uma liminar de urgência e tentar acelerar o acesso ao tratamento.O plano de saúde também negou todas as solicitações, alegando que o medicamento não faz parte do Rol da ANS. Além disso, recusou a cobertura da taxa de aplicação do Infliximabe e também as sessões de terapia hiperbárica, fundamentais para auxiliar na cicatrização das feridas e aliviar o sofrimento causado pela doença, cada sessão de hiperbarica custa 600 reais e inicialmente será preciso 30 sessões para auxiliar na cicatrização das feridas, e pode ser necessárias mais sessões de acordo com avaliação médica.Mesmo debilitada, Nathalia segue lutando diariamente, enfrentando dores físicas, emocionais e uma batalha contra o tempo para continuar o tratamento antes que a doença volte a avançar.Por isso, criamos esta Vakinha.Toda ajuda fará diferença neste momento tão delicado, seja com uma doação, compartilhando a história ou enviando uma mensagem de apoio.Cada contribuição representa mais uma chance de continuar o tratamento, controlar a doença e devolver à Nathalia a esperança de voltar a viver com dignidade e menos dor.