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A exatos 121 minha vida virou de pernas para o ar e não foram mudanças fáceis, até agora ainda não consigo acreditar e posso dizer até mesmo aceitar, infelizmente estou sofrendo diariamente (alguns melhores e outros não) com dores terríveis que diminuiu de forma considerável minha qualidade de vida, tudo isso devido a uma doença neurológica chamada “Dor Neuropática Refrataria e Incapacitante no Nervo Trigêmeo”.

A dor neuropática surge como uma consequência direta de uma lesão (que foi o meu caso) ou doença que afete o sistema somatossensorial. Os sintomas mais comuns são dor em choque ou em queimação, formigamento e sensações alteradas.

Essa dor acomete todo o meu lado esquerdo da face, inclusive o couro cabeludo, me impossibilitando de realizar tarefas simples como lavar e pentear o cabelo, qualquer estimulo realizado por mim ou por terceiros me causam dores lancinantes. Por muitas vezes o desespero foi tamanho que tenho apenas vontade de chorar, mais até mesmo chorar me causa dor.

Voltando ao dia de hoje, essa é minha quarta internação, graças a Deus no Hospital Particular da Unimed, plano de saúde da empresa em que trabalho, não posso reclamar sobre nada em relação ao atendimento, porque se não fossem por eles, ainda não teria descoberto o meu problema, como diversos relatos que vi na internet. Mas infelizmente pago co-participação e no mês de Agosto/2017 o plano de saúde sofreu reajuste de valores que se tornaram caros por causa da frequência de utilização.

Bom, esse é um dos motivos para eu vir aqui, pedir ajuda de vocês, preciso juntar mais ou menos cinco mil e quinhentos reais, sendo quatro mil e duzentos para pagar a co-participação do plano de saúde (a cada internação, pago R$ 150,00 reais por dia, durante os dez primeiros dias, os dias subsequentes não são pagos. Após o reajuste do plano de saúde fiquei internada duas vezes, sendo que na primeira fiquei oito dias e a segunda ainda não recebi alta, completando dez dias ontem, dia 08/11/2017) e R$ 400,00 reais para pagar um novo tratamento na cidade de Curitiba/PR (um tanque de gasolina para ida e volta e o restante para usar durante a viajem, a consulta no valor de R$350,00 reais meu padrinho me deu para ajudar), lá tem uma junta médica que cuida de dores crônicas, como a minha. Os R$ 900,00 restantes do valor usarei para quitar o debito pendente com a empresa referente as consultas na Clínica Neurológica e as idas ao pronto atendimento da Unimed.

Alguns vão se perguntar porque preciso desse tratamento, bom, o tratamento convencional, que envolve o uso de farmacológicos como anticonvulcionantes e antidepressivos para o alivio da dor, não deu certo pra mim, a minha neurologista Dr. Lara Pizzetti Fernandes precisou dobrar a dose de medicação, ai tive uma melhora de três semanas. Mas infelizmente comecei a apresentar crises tão terríveis quanto as primeiras e ao retornar na minha médica ela disse que não poderia fazer muita coisa por mim e me passou para o neurocirurgião, pois a cirurgia seria a opção com maior chance de sucesso.

Na consulta com ele precisei fazer novamente o reajuste da medicação e descobri que ainda não estava apta para cirurgia, pois tinha apenas três meses de dor crônica e a cirurgia era indicada para pessoas com seis meses de dor crônica.

Na sexta-feira, dia vinte de outubro precisei ser internada novamente, tive uma crise de choques na recepção do hospital enquanto minha irmã solicitava a aplicação da toxina botulínica para a neutralização do nervo trigêmeo, uma opção que a médica deu para aliviar a dor até a chegada da cirurgia. Durante a internação, de longos oito dias, foi liberado a toxina e

fiz a aplicação, acordei da anestesia feliz da vida, pois a meses não podia tocar no meu rosto e finalmente estava fazendo isso.

Para a minha infelicidade tive que retornar para o hospital, na segunda-feira, dia trinta de outubro, um pouco mais de quarenta e oito horas depois que saí do hospital, a crise foi tão aguda que nem meu estomago suportou. Novamente internada minha médica entrou em contato com a “Equipe da Dor” do hospital que estou internada e agora estou usando uma “bomba” de três medicações, dentre elas a morfina. Fico ligada a ela vinte e quatro horas por dia, onde é liberada uma quantidade X de medicação e quando sinto muita dor posso apertar em um botão que libera o dobro dessa quantidade, infelizmente aperto muitas vezes.

Como a dor continua é insuportável, a Dr. Lara entrou em contato com essa equipe de Curitiba/PR, mas o meu plano de saúde só cobre o estado de Santa Catarina e os valores são inacessíveis no momento e por isso preciso tanto da ajuda de vocês, preciso muito ter o mínimo de qualidade de vida até fazer essa cirurgia, no mês de Fevereiro/2018, onde precisarei ficar dez dias internada, o que me custará mais mil e quinhentos reais.

Agradeço desde já a atenção de todos e quero deixar um Obrigado a todas as minhas colegas de trabalho que me apoiaram todos os dias nessa difícil jornada e também aos meus familiares e amigos. Obrigado!

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