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“Talvez você case, talvez não. Talvez tenha filhos, talvez não. Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante. Faça o que fizer não se auto congratule demais, nem seja severo demais com você, as suas escolhas têm sempre metade das chances de dar certo, é assim para todo mundo”.

 

Se você está lendo esta mensagem, sinta-se de alguma forma, especial para mim. Você já deve ter acompanhado aqui a minha saga da maternidade solo, as dores e as delícias de criar sozinha duas crianças e, diversas vezes, as minhas queixas sobre um pai totalmente ausente. Já fui incentivada por muitos de vocês a correr atrás do direito dos meus filhos, ou seja, uma pensão digna para que eles possam crescer e se desenvolverem com mais dignidade. Afeto, carinho, amor, segurança e alegrias não faltam a eles, mas não posso negar que o “material” algumas vezes deixa a desejar, pois eu sou a única provedora. Graças a Deus, não nos falta nada, porém, se o pai deles “ajudasse” (ao menos financeiramente), eu poderia proporcionar a eles dois atividades das quais eles são privados hoje.

Então, vamos deixar de conversa mole e ir logo ao que interessa. Eu decidi, finalmente, dar entrada no meu divórcio. Nesses 4 anos e meio em que o “pai” foi embora de casa, eu tentei por diversas vezes fazer isto de forma amigável, consensual e, em todas elas, eu fui ignorada, agredida verbalmente, desdenhada, difamada e feita de palhaça. A situação é muito cômoda para o “pai”, pois da forma que está ele não precisa pagar uma pensão digna para os filhos, ele não precisa dizer quando e se quer visitar os filhos (já que se mudou para outra cidade). Um divórcio amigável seria bem em conta, fácil e rápido. Mas, infelizmente, isso não foi possível e eu já agüentei muito.

Ninguém se casa pensando em se separar. Porém, em alguns casos (o meu, por exemplo) e após alguns anos de convivência, a gente percebe que aquele casamento nunca existiu, era uma farsa. E sendo assim, chegou (aliás, passou) a hora de eu resolver a minha vida (inclusive, provar a minha nulidade matrimonial também na igreja) e entrar com o pedido de divórcio litigioso. Como temos filhos menores, obrigatoriamente, temos que acertar guarda das crianças, pensão e visitação. Sei que vai ser uma batalha, mas eu espero vence-la. O processo litigioso é bem oneroso e no meu caso foi a única saída. Mas desta vez eu resolvi meter “as caras”, arregaçar as mangas e fazer de tudo para levantar essa quantia para pagar o advogado (já estamos conversados e esta ação será protocolada em breve).

Para bancar parte das custas deste processo, resolvi fazer uma rifa e correr atrás. Estou muito confiante. Se metade dos amigos que tenho aqui, me ajudar (sou cara de pau né? Hahahaha) comprando um número, eu consigo e já me alivia bastante. Eu investi em 3 prêmios bem legais. Tudo novo, de qualidade e sem uso. Espero poder contar com você! Desta vez, ou vai ou racha!

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