Ajuda para Sobrevivência Familiar

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Estou no limite do desespero, atualmente tenho uma renda bruta de R$ 1.000,00 proveniente do meu trabalho e mais R$ 880,00 da aposentadoria de minha mãe; e despesas mensais de R$ 1.900,00, sem contar com alimentação, médico e remédio. Estou com uma dívida em banco totalizando R$ 25.000,00. Tudo devido a empréstimos, que não foram feitos para pagar futilidades, mas para manter as despesas familiares.

Causas da situação: Vou tentar resumir minha história de vida para entenderem como cheguei aqui.

Nasci de um relacionamento conturbado onde no final das contas posso afirmar que não tenho pai. Minha mãe de maneira torta conseguiu a trancos e barrancos me criar e no decorrer da vida ganhei um irmão. Sempre tivemos amor e cuidados demasiados, mas profissionalmente ela deixou muito a desejar e nunca pensou no futuro, o que acabou por a vida toda termos o que bastava apenas para o momento. Ela nunca trabalhou, viveu de amor enquanto esteve junto com o pai do meu irmão e depois da pensão dele até a maioridade dele. Eu comecei a fazer bicos ainda criança e por um tempo, contava com alguma contribuição do meu chamado “pai” mas, não era nada regular. Aos 21 consegui um trabalho fixo, morava com mãe e irmão em uma cidade do interior de minas, na época tínhamos casa própria, mas a renda sempre foi menor que a necessidade. Sempre evitei dívidas e por muitas vezes passávamos falta de alguma coisa. A coisa foi complicando quando minha mãe começou com crises depressivas e após a maioridade do meu irmão a pensão acabou. A casa estava em ruínas, a saúde de mãe nada bem, eu alternava crises depressivas e de fortaleza para segurar a onda da minha mãe e encorajar meu irmão que estava iniciando a vida. A essa altura eu já havia perdido uma filha aos seis meses de gravidez. Viemos para Belo Horizonte na tentativa de melhorar a situação. Não deu certo e após um ano voltamos para o interior aí a coisa desandou de vez pra mim. Meu irmão graças a Deus se mostrou uma pessoa do bem e muito inteligente e com uma estrela brilhante, mas ao contrário da minha natureza, ele focou nas necessidades e sonhos dele. Ele não nos virou as costas, contribui com o que pode e segue realizando seus sonhos. Em 2011 voltamos para Belo Horizonte, vendemos a casa do interior e usamos o dinheiro para mais uma vez tentar mudar o rumo da vida. Na época o valor da casa foi de R$ 65.000,00 e o dinheiro foi usado para pagar um empréstimo, os gastos com mudança, aluguel e até móveis. Em fim desse valor não restou nada. E aí começou o meu tormento... moramos de aluguel (R$ 825,62), minha mãe conseguiu aposentar por idade recebendo R$ 880,00 por mês, meu irmão se casou e tem além de suas despesas o financiamento da casa dele. Eu venho desde 2011 realizando empréstimos pessoais de toda natureza para cumprir com os compromissos. Todo ano tem a renovação do seguro fiança do aluguel, não conseguimos financiar um imóvel porque não temos valor para entrada nem renda para pagar as prestações. Precisamos de médico e não temos como pagar, temos um labrador de 09 anos e também um basset de 12 anos que é cego, os dois estão precisando de consulta, exames e talvez até alguma cirurgia. Infelizmente não tenho dinheiro para poder arcar com as despesas. Estou tentando entrar em contato com as instituições e ver se consigo a solidariedade dos que gostam de animais. Estou disposta a pagar com trabalho. Durante a semana trabalho das 08:00 às 18:00, mas posso de alguma maneira ajudar na limpeza ou qualquer coisa que dê nos finais de semana. Não tenho nenhuma experiência acadêmica em veterinária, mas amo animais de todas as espécies e não tenho nojo nem problemas em limpar, ajudar no manejo, passear.

Já enviei cartas a grandes empresários brasileiros, à Câmara Municipal de BH, à Assembleia Legislativa, para deputados e senadores em Brasília, mas ninguém pode ou quis ajudar.

É isso aí, não sei mais o que fazer, não tenho a quem recorrer. Por isso estou pedindo ajuda, contando com a solidariedade do próximo.

Obrigada.

Lilian Garcia Carvalho Silveira
Encerrada
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